Renan rebate acusação da PF repassada ao Globo

O senador Renan Calheiros rebateu acusação da PF e repassada ao jornal O Globo segundo a qual ele seria beneficiário de "depósitos de US$ 3 milhões feitos por lobistas a contas bancárias na Suíça que seriam parte de um acerto de propina com políticos do MDB do Senado, entre eles o senador Renan Calheiros (AL), em troca de contratos na Petrobras"; a assessoria do senador divulgou nota na tarde deste domingo afirmando que "investigação nenhuma comprovará a participação do senador Renan Calheiros com qualquer tipo de falcatrua, conta no exterior ou com o recebimento de dinheiro através de terceiros".  

Renan rebate acusação da PF repassada ao Globo
Renan rebate acusação da PF repassada ao Globo (Foto: Jane de Araújo - Agência Senado)

247 - O senador Renan Calheiros (PMDB-AL), ex-presidente do Senado, rebateu acusação da Polícia Federal e repassada ao jornal O Globo segundo a qual ele seria beneficiário de "depósitos de US$ 3 milhões feitos por lobistas a contas bancárias na Suíça que seriam parte de um acerto de propina com políticos do MDB do Senado, entre eles o senador Renan Calheiros (AL), em troca de contratos na Petrobras". A assessoria do senador divulgou nota na tarde deste domingo afirmando que "investigação nenhuma comprovará a participação do senador Renan Calheiros com qualquer tipo de falcatrua, conta no exterior ou com o recebimento de dinheiro através de terceiros".  

Segundo a reportagem (aqui), o articulador do suposto esquema de corrupção seria Walter Faria, dono do Grupo Petrópolis. "O relatório sigiloso, assinado pelo delegado Thiago Delabary, foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) em 6 de setembro. No dia 12, o ministro Edson Fachin encaminhou o material à Procuradoria-Geral da República (PGR), que está analisando se apresenta denúncia contra Calheiros e os demais investigados", afirmou o texto do jornal.

Renan, reeleito para o cargo de senador, até agora só foi denunciado uma vez na Lava Jato — a denúncia, feita pelo ex-PGR Rodrigo Janot, foi rejeitada pelo STF. Em sua nota, ele afirmou que "as acusações continuarão sendo rejeitadas pelo STF uma a uma". Segundo sua assessoria, "esse inquérito funda-se apenas na descreditada palavra de um delator que nem ao menos conhece o Senador".

O próprio relatório da PF admite que "não há uma prova cabal de que os emedebistas tenham, de fato, recebido o dinheiro", segundo O Globo.

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