Rocha de Barros defende eleições diretas

O sociólogo Celso Rocha de Barros, em sua coluna nesta segunda, defendeu a realização de eleições diretas no caso, cada vez mais provável, da queda de Michel Temer; "O que eu gostaria que acontecesse? Que se encontrasse uma saída constitucional para realizar eleições diretas. Que seguíssemos a sugestão de Clovis Rossi na semana passada: eleições com uma concertação nacional que garanta que o governo eleito aplique um programa minimamente consensual"

O sociólogo Celso Rocha de Barros, em sua coluna nesta segunda, defendeu a realização de eleições diretas no caso, cada vez mais provável, da queda de Michel Temer; "O que eu gostaria que acontecesse? Que se encontrasse uma saída constitucional para realizar eleições diretas. Que seguíssemos a sugestão de Clovis Rossi na semana passada: eleições com uma concertação nacional que garanta que o governo eleito aplique um programa minimamente consensual"
O sociólogo Celso Rocha de Barros, em sua coluna nesta segunda, defendeu a realização de eleições diretas no caso, cada vez mais provável, da queda de Michel Temer; "O que eu gostaria que acontecesse? Que se encontrasse uma saída constitucional para realizar eleições diretas. Que seguíssemos a sugestão de Clovis Rossi na semana passada: eleições com uma concertação nacional que garanta que o governo eleito aplique um programa minimamente consensual" (Foto: Giuliana Miranda)

247 - Em sua coluna nesta segunda, o sociólogo Celso Rocha de Barros, defendeu a causa das Direta-já.

"Durante algumas horas de quarta-feira a queda pareceu iminente. PSDB e PPS romperam com o governo, MBL e Vem pra Rua convocaram manifestações. Mas o surto de coragem passou rápido, e logo a turma toda estava dando a Temer um grau de benefício da dúvida que, se aplicado ao caso de Lula, o absolveria mesmo se aparecesse um vídeo do petista fazendo ménage à trois com Léo Pinheiro e Satã no pedalinho de Atibaia.

O recuo foi rápido e bem orquestrado. A movimentação por eleições diretas apavorou a centro-direita, que não tem um candidato forte para agora.

Mas a trégua não deve durar. O mais provável é que Temer tenha só ganhado tempo até que se ache uma solução política que preserve as reformas.

O que eu gostaria que acontecesse?

Que se encontrasse uma saída constitucional para realizar eleições diretas. Que seguíssemos a sugestão de Clovis Rossi na semana passada: eleições com uma concertação nacional que garanta que o governo eleito aplique um programa minimamente consensual. Na minha versão, esse programa preservaria as linhas gerais do ajuste e a Lava Jato, conciliando-o com medidas de redistribuição de renda, como as sugeridas por Laura Carvalho.

O que é provável que aconteça?

Uma eleição indireta que garanta a continuidade disso aí até 2019. Há dúvidas se o presidente-tampão será eleito pelo Partido do Acordão com Suruba (PDACS), pelo Partido do Ajuste e o Resto que se Dane (PDAEORQSD) ou pelo Partido do Pelo Amor de Deus Pelo Menos Alguém Honesto (PPADDPMAH)."

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