Rubens Paiva diz que PSDB não abandonou Temer por também estar podre

Jornalista e escritor Marcelo Rubens criticou a decisão do PSDB de não abandonar o governo de Michel Temer após as denúncias de corrupção, associação criminosa e obstrução da Justiça que implodiram o governo e resultaram no afastamento de Aécio Neves do Senado; "PSDB decidiu não abandonar o governo depois que viu que estava em peso na mesma delação que Temer", disse Rubens Paiva em sua conta no Twitter

Jornalista e escritor Marcelo Rubens criticou a decisão do PSDB de não abandonar o governo de Michel Temer após as denúncias de corrupção, associação criminosa e obstrução da Justiça que implodiram o governo e resultaram no afastamento de Aécio Neves do Senado; "PSDB decidiu não abandonar o governo depois que viu que estava em peso na mesma delação que Temer", disse Rubens Paiva em sua conta no Twitter
Jornalista e escritor Marcelo Rubens criticou a decisão do PSDB de não abandonar o governo de Michel Temer após as denúncias de corrupção, associação criminosa e obstrução da Justiça que implodiram o governo e resultaram no afastamento de Aécio Neves do Senado; "PSDB decidiu não abandonar o governo depois que viu que estava em peso na mesma delação que Temer", disse Rubens Paiva em sua conta no Twitter (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista e escritor Marcelo Rubens criticou a decisão do PSDB de não abandonar o governo de Michel Temer, provavelmente sendo afundado junto com ele após as denúncias de corrupção, associação criminosa e obstrução da Justiça que implodiram o governo e resultaram no afastamento de Aécio Neves do Senado. 

"PSDB decidiu não abandonar o governo depois que viu que estava em peso na mesma delação que Temer", disse Rubens Paiva em sua conta no Twitter. 

Leia reportagem da agência Reuters sobre a decisão vergonhosa do PSDB: 

PSDB pede que ministros permaneçam no governo Temer

O presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), afirmou nesta quinta-feira que o partido pediu a seus quatro ministros para permanecerem no governo do presidente Michel Temer enquanto se aguarda divulgação do conteúdo das gravações de executivos da JBS.

"Mantendo sua responsabilidade com o país, que enfrenta uma crise econômica sem precedentes, o PSDB pediu aos seus quatro ministros que permaneçam em seus respectivos cargos", disse Jereissati em nota.

Mais cedo, o líder tucano no Senado, Paulo Bauer (SC), afirmou que o PSDB só se posicionaria sobre a permanência dos ministros que no governo após conversa com Temer, alvo de abertura de inquérito pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em decorrência de denúncias de que teria dado aval ao empresário Joesley Batista, um dos donos do frigorífico JBS, para manter pagamentos ao ex-deputado Eduardo Cunha em troca de silêncio.

"Nossos ministros continuam trabalhando. Estão trabalhando e nós não vamos tomar nenhuma providência quanto à permanência deles no governo ou não antes de termos uma conversa com o próprio presidente Michel Temer", afirmou Bauer a jornalistas, acrescentando que o PSDB "não tem tradição" de abandonar no momento em que surgem notícias ruins.

Os ministérios ocupados pelo PSDB são Cidades (Bruno Araújo), Relações Exteriores (Aloysio Nunes), Secretaria de Governo (Antônio Imbassahy) e Secretaria de Direitos Humanos (Luislinda Valois).

Tasso assumiu interinamente a presidência do PSDB após o senador afastado Aécio Neves (MG) se licenciar do cargo também atingido por denúncias.

Mais cedo, o líder do PSDB na Câmara, Ricardo Tripoli, havia dito que a bancada do partido na Casa indicaria o deputado Carlos Sampaio (SP) para assumir interinamente o lugar de Aécio na presidência do partido.

Porém, segundo Bauer, a escolha por Jereissati para o cargo teve, inclusive, o apoio de Sampaio.

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