Sakamoto: deputado com medo de votar Previdência é sinal de que democracia não morreu

"Faria por bem o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto permitir que os candidato à Presidência da República debatam o tema em suas campanhas a partir de agosto. E que vença o modelo de aposentadoria com o qual o país optar nas urnas. A sociedade brasileira deve arcar com as consequências das decisões que tomar, para bem e para mal. Já chega de políticos que consideram o povo incapaz de tomar decisões para sua própria vida e, consequentemente, acham válido tutelá-lo", diz o jornalista Leonardo Sakamoto

"Faria por bem o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto permitir que os candidato à Presidência da República debatam o tema em suas campanhas a partir de agosto. E que vença o modelo de aposentadoria com o qual o país optar nas urnas. A sociedade brasileira deve arcar com as consequências das decisões que tomar, para bem e para mal. Já chega de políticos que consideram o povo incapaz de tomar decisões para sua própria vida e, consequentemente, acham válido tutelá-lo", diz o jornalista Leonardo Sakamoto
"Faria por bem o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto permitir que os candidato à Presidência da República debatam o tema em suas campanhas a partir de agosto. E que vença o modelo de aposentadoria com o qual o país optar nas urnas. A sociedade brasileira deve arcar com as consequências das decisões que tomar, para bem e para mal. Já chega de políticos que consideram o povo incapaz de tomar decisões para sua própria vida e, consequentemente, acham válido tutelá-lo", diz o jornalista Leonardo Sakamoto (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Leonardo Sakamoto destacou nessa terça-feira, 6, a indefinição em torno da votação da reforma da Previdência no Congresso Nacional. 

"Faria por bem o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto permitir que os candidato à Presidência da República debatam o tema em suas campanhas a partir de agosto. E que vença o modelo de aposentadoria com o qual o país optar nas urnas. A sociedade brasileira deve arcar com as consequências das decisões que tomar, para bem e para mal. Já chega de políticos que consideram o povo incapaz de tomar decisões para sua própria vida e, consequentemente, acham válido tutelá-lo", diz Sakamoto. 

"Ao invés de insistir em fazer uma guerra de chantagens e no terrorismo de Estado para criar medo e, a partir daí, forçar mudanças, melhor faria o governo e sua base de apoio se abrissem uma discussão ampla e pública sobre o tema. Daí, o próximo presidente, com a legitimidade das urnas, levará a cabo o projeto de país que a população escolher. Tristes tempos estes em que temos que implorar por democracia", acrescenta. 

Leia o texto na íntegra no Blog do Sakamoto

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