Sakamoto: preso pobre em estado grave também deveria se tratar em casa

"Diante de defensorias subdimensionadas há um déficit no direito de defesa dos mais pobres", diz o jornalista Leonardo Sakamoto; "E quando eles conseguem, não raro os pedidos de tratamento domiciliar são negados por juízes, desembargadores e ministros. Mutirões carcerários do Conselhos Nacional de Justiça têm um papel importante na identificação e encaminhamento dos casos graves, mas precisamos de uma política que seja contínua"

"Diante de defensorias subdimensionadas há um déficit no direito de defesa dos mais pobres", diz o jornalista Leonardo Sakamoto; "E quando eles conseguem, não raro os pedidos de tratamento domiciliar são negados por juízes, desembargadores e ministros. Mutirões carcerários do Conselhos Nacional de Justiça têm um papel importante na identificação e encaminhamento dos casos graves, mas precisamos de uma política que seja contínua"
"Diante de defensorias subdimensionadas há um déficit no direito de defesa dos mais pobres", diz o jornalista Leonardo Sakamoto; "E quando eles conseguem, não raro os pedidos de tratamento domiciliar são negados por juízes, desembargadores e ministros. Mutirões carcerários do Conselhos Nacional de Justiça têm um papel importante na identificação e encaminhamento dos casos graves, mas precisamos de uma política que seja contínua" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Jornalista Leonardo Sakamoto diz que, após o Supremo Tribunal Federal conceder prisão domiciliar ao deputado afastado Paulo Maluf (PP-SP), condenado por lavagem de dinheiro, afirma que, atualmente, "diante de defensorias subdimensionadas há um déficit no direito de defesa dos mais pobres".

"E quando eles conseguem, não raro os pedidos de tratamento domiciliar são negados por juízes, desembargadores e ministros. Mutirões carcerários do Conselhos Nacional de Justiça têm um papel importante na identificação e encaminhamento dos casos graves, mas precisamos de uma política que seja contínua", escreve.

Segundo o jornalista, "tendo em vista o número de mortos por doenças nas prisões, as condições precárias de vida, a falta de atendimento médico suficiente, qualquer pessoa condenada em estado grave deveria ter o direito de ir para casa se tratar. Ricos e pobres". "Isso não significa indulto ou perdão e duraria o tempo do tratamento. Até porque, o Brasil não prevê a pena de morte em tempos de paz. Pelo menos no papel".

Leia a íntegra no Blog do Sakamoto

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