Sakamoto: tiros contra caravana de Lula mostram que já começamos transição à barbárie

Ao comentar os tiros contra um ônibus da caravana do ex-presidente Lula, o jornalista Leonardo Sakamoto afirma que, "em qualquer lugar minimamente civilizado, todas as autoridades e organizações sociais, independentemente de sua orientação ideológica, repudiariam o ataque e exigiram investigação urgente"; "Porque, um ataque a tiros, sem contar o uso de material para furar pneus, se configura atentado à vida de um ex-presidente e pré-candidato à Presidência da República, mesmo que os agressores tenham errado o ônibus em que ele estava"

Ao comentar os tiros contra um ônibus da caravana do ex-presidente Lula, o jornalista Leonardo Sakamoto afirma que, "em qualquer lugar minimamente civilizado, todas as autoridades e organizações sociais, independentemente de sua orientação ideológica, repudiariam o ataque e exigiram investigação urgente"; "Porque, um ataque a tiros, sem contar o uso de material para furar pneus, se configura atentado à vida de um ex-presidente e pré-candidato à Presidência da República, mesmo que os agressores tenham errado o ônibus em que ele estava"
Ao comentar os tiros contra um ônibus da caravana do ex-presidente Lula, o jornalista Leonardo Sakamoto afirma que, "em qualquer lugar minimamente civilizado, todas as autoridades e organizações sociais, independentemente de sua orientação ideológica, repudiariam o ataque e exigiram investigação urgente"; "Porque, um ataque a tiros, sem contar o uso de material para furar pneus, se configura atentado à vida de um ex-presidente e pré-candidato à Presidência da República, mesmo que os agressores tenham errado o ônibus em que ele estava" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Ao comentar os tiros disparados contra um ônibus da caravana do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o jornalista Leonardo Sakamoto afirma que, "em qualquer lugar minimamente civilizado, todas as autoridades e organizações sociais, independentemente de sua orientação ideológica, repudiariam o ataque e exigiram investigação urgente". "Porque, um ataque a tiros, sem contar o uso de material para furar pneus, se configura atentado à vida de um ex-presidente e pré-candidato à Presidência da República, mesmo que os agressores tenham errado o ônibus em que ele estava. Mas, por aqui, isso é relativizado e minimizado. Ou, pior, comemorado", disse.

"Sarney, Collor, Fernando Henrique, Lula, Dilma, Temer. Uma coisa é protestar contra seus governos ou mesmo exigir que enfrentem a Justiça e sejam punidos, conforme a lei, por eventuais crimes cometidos", continua.

Segundo ele, "outra coisa é tentar assassiná-los ou colocar em risco a vida de pessoas que trabalham com eles ou de jornalistas que estão lá para relatar a seus públicos os fatos. É a diferença entre a civilização e a barbárie". "E, sim, à medida em que nos aproximamos do primeiro turno, em 7 de outubro, chegamos mais perto da degradação. Para quem tem dúvida sobre isso, sugiro checar as milícias digitais de extrema direita que, em meio ao ocorrido, espalham que o PT forjou um ataque a tiros contra a caravana de sua principal liderança".

O jornalista diz, no entanto, que "a discussão não é entre direita e esquerda, mas entre civilização e barbárie". "Antes que seja tarde demais. Porque, dependendo do que aconteça, não são apenas mortos e saudades que deixaremos pelo caminho. Mas o futuro de um país".

Leia a íntegra no Blog do Sakamoto

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