Sidney Rezende: Luciano Huck não está fora do jogo

Para o jornalista, o apresentador da Globo, que em novembro passado anunciou, citando Odisseia, de Homero, que não participaria da disputa presidencial, e agora pediu ao Ibope para que seu nome seja mantido nas pesquisas, "faz um 'jogo duplo'" típico de raposas da política que tanto mal fazem ao país, e não o da 'transparência' que ajudaria a oxigenar os dutos entupidos da democracia"; "A possibilidade da volta do projeto Huck está novamente posta", avalia Sidney

Para o jornalista, o apresentador da Globo, que em novembro passado anunciou, citando Odisseia, de Homero, que não participaria da disputa presidencial, e agora pediu ao Ibope para que seu nome seja mantido nas pesquisas, "faz um 'jogo duplo'" típico de raposas da política que tanto mal fazem ao país, e não o da 'transparência' que ajudaria a oxigenar os dutos entupidos da democracia"; "A possibilidade da volta do projeto Huck está novamente posta", avalia Sidney
Para o jornalista, o apresentador da Globo, que em novembro passado anunciou, citando Odisseia, de Homero, que não participaria da disputa presidencial, e agora pediu ao Ibope para que seu nome seja mantido nas pesquisas, "faz um 'jogo duplo'" típico de raposas da política que tanto mal fazem ao país, e não o da 'transparência' que ajudaria a oxigenar os dutos entupidos da democracia"; "A possibilidade da volta do projeto Huck está novamente posta", avalia Sidney (Foto: Gisele Federicce)

247 - Em artigo publicado em seu site nesta terça-feira 2, o jornalista Sidney Rezende avalia que o nome de Luciano Huck não está fora do jogo presidencial em 2018, como acreditam muitos políticos.

O apresentador da Globo, que em novembro passado anunciou, citando Odisseia, de Homero, que não participaria da disputa presidencial, agora pediu ao Ibope para que seu nome seja mantido nas pesquisas, lembra o jornalista, para quem Huck "faz um 'jogo duplo'" típico de raposas da política que tanto mal fazem ao país, e não o da 'transparência' que ajudaria a oxigenar os dutos entupidos da democracia".

"A possibilidade da volta do projeto Huck está novamente posta. Mesmo que o apresentador tenha dito que oferecerá seu "banco de dados" para Joaquim Barbosa utilizá-lo na campanha, caso o juiz do Mensalão entre na corrida presidencial", diz ele.

"Acreditam os que apostam nesta 'solução' que basta Lula ficar fora da disputa; o PSDB se convencer da 'roubada' do projeto Alckmin; e João Doria optar pelo governo de São Paulo, que tudo estará pavimentado para Luciano Huck se assenhorar com o apoio da Globo, da sua popularidade e de sua "esperteza" ao fingir-se de morto, que tudo cairá no seu colo com extrema facilidade. Não é bem assim. Se for este, de fato, o movimento dele, veremos a destruição de uma reputação que não caberá em nenhum sábado da TV brasileira. Luciano verá que não terá valido a pena meter o nariz onde não foi chamado", escreve Sidney.

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