Singer defende a ‘reconstrução da política’

"Precisaremos esperar que a política se reconstrua para, de fato, sair da crise. Quem sabe, assim como aconteceu no final da ditadura, a seiva social consiga fertilizar e renovar as instituições, encurtando a duração do infortúnio", afirma o cientista político; ele destaca que "2016 começa, e provavelmente vai terminar, sob o signo da crise"

"Precisaremos esperar que a política se reconstrua para, de fato, sair da crise. Quem sabe, assim como aconteceu no final da ditadura, a seiva social consiga fertilizar e renovar as instituições, encurtando a duração do infortúnio", afirma o cientista político; ele destaca que "2016 começa, e provavelmente vai terminar, sob o signo da crise"
"Precisaremos esperar que a política se reconstrua para, de fato, sair da crise. Quem sabe, assim como aconteceu no final da ditadura, a seiva social consiga fertilizar e renovar as instituições, encurtando a duração do infortúnio", afirma o cientista político; ele destaca que "2016 começa, e provavelmente vai terminar, sob o signo da crise" (Foto: Gisele Federicce)
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247 – O cientista político André Singer afirma em artigo neste sábado 2 que, "por mais agudas que sejam as consequências específicas da recessão e da desmontagem de redes corruptas, a extensão temporal das mesmas ficaria contida se as fontes de instabilidade não tivessem paralisado um terceiro âmbito: a política."

Ele cogita a possibilidade de, com a extensão da crise, haja um "renascimento da sociedade civil". "A iniciativa das centrais sindicais junto a empresários mostra a vitalidade das classes. A mobilização de igrejas, associações múltiplas e debates em foros universitários, também", exemplifica.

"Precisaremos esperar, contudo, que a política se reconstrua para, de fato, sair da crise. Quem sabe, assim como aconteceu no final da ditadura, a seiva social consiga fertilizar e renovar as instituições, encurtando a duração do infortúnio", opina. Ele destaca ainda que "2016 começa, e provavelmente vai terminar, sob o signo da crise."

Leia a íntegra da coluna.

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