Singer: Temer e companhia ameaçam por fogo em tudo

Cientista político e professor da USP, André Singer criticou a resposta do governo de Michel Temer à derrota sofrida na Câmara nesta semana, na votação da renegociação das dívidas dos estados; "Em vez de acenar com algum alívio aos cofres regionais, ao menos enquanto o PIB patina, Temer duplicou a aposta, reafirmando que as contrapartidas vetadas pela Câmara serão repostas na negociação individual com o Ministério da Fazenda", afirmou; "Não satisfeito, o presidente ainda mandou apresentar, embora sob a forma de projeto de lei, a reforma trabalhista que tende a tornar letra morta a CLT"

Cientista político e professor da USP, André Singer criticou a resposta do governo de Michel Temer à derrota sofrida na Câmara nesta semana, na votação da renegociação das dívidas dos estados; "Em vez de acenar com algum alívio aos cofres regionais, ao menos enquanto o PIB patina, Temer duplicou a aposta, reafirmando que as contrapartidas vetadas pela Câmara serão repostas na negociação individual com o Ministério da Fazenda", afirmou; "Não satisfeito, o presidente ainda mandou apresentar, embora sob a forma de projeto de lei, a reforma trabalhista que tende a tornar letra morta a CLT"
Cientista político e professor da USP, André Singer criticou a resposta do governo de Michel Temer à derrota sofrida na Câmara nesta semana, na votação da renegociação das dívidas dos estados; "Em vez de acenar com algum alívio aos cofres regionais, ao menos enquanto o PIB patina, Temer duplicou a aposta, reafirmando que as contrapartidas vetadas pela Câmara serão repostas na negociação individual com o Ministério da Fazenda", afirmou; "Não satisfeito, o presidente ainda mandou apresentar, embora sob a forma de projeto de lei, a reforma trabalhista que tende a tornar letra morta a CLT" (Foto: Aquiles Lins)

247 - O cientista político e professor da Universidade de São Paulo André Singer criticou neste sábado, 24, a resposta do governo de Michel Temer à derrota sofrida na Câmara nesta semana, na votação da renegociação das dívidas dos estados. 

"No conjunto da obra o bando peemedebista que se apossou do poder demonstra surpreendente audácia. Quanto maiores os sinais de perigo, mais atiçam o fogo que crepita sob a cadeira presidencial", afirma. 

"Em vez de acenar com algum alívio aos cofres regionais, ao menos enquanto o PIB patina, Temer duplicou a aposta, reafirmando que as contrapartidas vetadas pela Câmara serão repostas na negociação individual de cada governador com o Ministério da Fazenda. Não satisfeito, o presidente ainda mandou apresentar, embora sob a forma de projeto de lei, a reforma trabalhista que tende a tornar letra morta a CLT", diz Singer.

Segundo André Singer, a população ainda não entendeu o significado do congelamento orçamentário. "Já a reação provocada pela reforma da Previdência, cuja natureza parece ter sido rapidamente apreendida, deve ter apimentado bastante o caldo de raiva que se forma contra a atual gestão", afirmou. 

Leia na íntegra o artigo de André Singer na Folha. 

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