Singer: ultradireita deve crescer no Brasil após reformas de Temer

O cientista político e professor da USP acredita que as manifestações ultranacionalistas e antidemocráticas que começaram a se difundir no Brasil a partir de 2013 poderão crescer à medida que os aspectos excludentes das reformas em curso começarem a ficar claros; "O governo Michel Temer, ao contrário de Trump, se propõe a retomar o curso liberal dos anos 1990, sem qualquer consideração pelos que forem deixados ao relento. O problema é o que vem depois de Temer", analisa; "Vale lembrar que Flávio Bolsonaro já teve 14% dos votos para prefeito do Rio de Janeiro neste ano. Se alternativas progressistas não vingarem, as regressivas o farão"

O cientista político e professor da USP acredita que as manifestações ultranacionalistas e antidemocráticas que começaram a se difundir no Brasil a partir de 2013 poderão crescer à medida que os aspectos excludentes das reformas em curso começarem a ficar claros; "O governo Michel Temer, ao contrário de Trump, se propõe a retomar o curso liberal dos anos 1990, sem qualquer consideração pelos que forem deixados ao relento. O problema é o que vem depois de Temer", analisa; "Vale lembrar que Flávio Bolsonaro já teve 14% dos votos para prefeito do Rio de Janeiro neste ano. Se alternativas progressistas não vingarem, as regressivas o farão"
O cientista político e professor da USP acredita que as manifestações ultranacionalistas e antidemocráticas que começaram a se difundir no Brasil a partir de 2013 poderão crescer à medida que os aspectos excludentes das reformas em curso começarem a ficar claros; "O governo Michel Temer, ao contrário de Trump, se propõe a retomar o curso liberal dos anos 1990, sem qualquer consideração pelos que forem deixados ao relento. O problema é o que vem depois de Temer", analisa; "Vale lembrar que Flávio Bolsonaro já teve 14% dos votos para prefeito do Rio de Janeiro neste ano. Se alternativas progressistas não vingarem, as regressivas o farão" (Foto: Aquiles Lins)

247 - O cientistas político André Singer analisa neste sábado, 12, as consequências da vitória de Donald Trump para a economia brasileira. "Partindo da premissa de que o voto em Trump provenha dos perdedores da globalização, quanto maior a desigualdade causada pelo avanço neoliberal maior será a reação dos de baixo. O protesto de trabalhadores cuja condição de vida cai à medida que a mobilidade de gente e de capitais destrói empregos tenderá a crescer. Pouco importa se o porta-voz da indignação é alguém que, individualmente, teve sucesso dentro do sistema", diz. 

Segundo Singer, A transformação que vem pela extrema direita propõe uma aliança entre os muito ricos e os setores atingidos pela modernidade para combater os pobres e seus aliados da classe média progressista. "Para isso, nacionalismo e autoritarismo são indispensáveis."

"No Brasil, embora tenha havido um golpe parlamentar recente, não convém misturar alhos com bugalhos. O governo Michel Temer, ao contrário de Trump, se propõe a retomar o curso liberal dos anos 1990, sem qualquer consideração pelos que forem deixados ao relento. O problema é o que vem depois de Temer", analisa. 

O cientista político e professor da USP acredita que as manifestações ultranacionalistas e antidemocráticas que começaram a se difundir no Brasil a partir de 2013 poderão crescer à medida que os aspectos excludentes das reformas em curso começarem a ficar claros. "Vale lembrar que Flávio Bolsonaro já teve 14% dos votos para prefeito do Rio de Janeiro neste ano. Se alternativas progressistas não vingarem, as regressivas o farão."

Leia na íntegra o artigo de André Singer. 

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