Steinbruch: bancos públicos não podem ficar sentados em cima de recursos

O empresário Benjamin Steinbruch, diretor-presidente da CSN, afirmou que, em um momento em que o setor produtivo nacional precisa de recursos,  "não faz sentido bancos públicos ficarem sentados em cima de recursos que poderiam financiar obras de que o país tanto precisa para melhorar sua infraestrutura e, ao mesmo tempo, abrir milhares de empregos"; e vai além: "exposto a essa enorme crise, o setor privado faz sua parte: tenta sobreviver"

Steibruch Caixa
Steibruch Caixa (Foto: Giuliana Miranda)
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247 - O empresário Benjamin Steinbruch, diretor-presidente da CSN, afirmou que, em um momento em que o setor produtivo nacional precisa de recursos,  "não faz sentido bancos públicos ficarem sentados em cima de recursos que poderiam financiar obras de que o país tanto precisa para melhorar sua infraestrutura e, ao mesmo tempo, abrir milhares de empregos". E vai além: "exposto a essa enorme crise, o setor privado faz sua parte: tenta sobreviver."

No artigo, publicado na Folha de S.Paulo, Steinbruch criticou ainda os juros do Brasil, afirmando que os cortes promovidos pelo Banco Central ainda estão muito aquém daquilo que o país precisa. 

"Foi mais arrojado do que esperavam os economistas formadores de opinião do setor financeiro, mas muito mais conservador do que está a exigir a realidade da economia brasileira.

A redução de 0,75 ponto percentual na Selic ainda mantém a taxa básica brasileira no nível absurdo de 13% ao ano.

Para início de conversa, vamos deixar claro que o juro básico precisa, urgentemente, baixar mais. Até 10%, no caso brasileiro atual, qualquer barbeiro conduz a política monetária. A partir daí, exige-se perícia. Então, 10% já!

Não dá para ficar postergando medidas de combate à recessão nem na área monetária nem na fiscal. A realidade brasileira mostra um desastre econômico rondando sobre nossas cabeças feito moscas repulsivas."

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