Tas culpa Dilma por aprovação do PL da terceirização

Apresentador foi alvo de críticas depois de ter publicado no Twitter: "'Os terceirizados agora poderão terceirizar' diz a nova lei da Pátria Educadora #DilmãoLiberouGeral"; "cara, o projeto não foi dela, e o PT votou completamente contra. Divulga uma informação com verdades, por favor", protestou internauta

Apresentador foi alvo de críticas depois de ter publicado no Twitter: "'Os terceirizados agora poderão terceirizar' diz a nova lei da Pátria Educadora #DilmãoLiberouGeral"; "cara, o projeto não foi dela, e o PT votou completamente contra. Divulga uma informação com verdades, por favor", protestou internauta
Apresentador foi alvo de críticas depois de ter publicado no Twitter: "'Os terceirizados agora poderão terceirizar' diz a nova lei da Pátria Educadora #DilmãoLiberouGeral"; "cara, o projeto não foi dela, e o PT votou completamente contra. Divulga uma informação com verdades, por favor", protestou internauta (Foto: Gisele Federicce)
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247 – O apresentador Marcelo Tas responsabilizou a presidente Dilma Rousseff pela aprovação, nessa semana, do Projeto de Lei 4330, que regulamenta a terceirização no Brasil.

"Os terceirizados agora poderão terceirizar' diz a nova lei da Pátria Educadora #DilmãoLiberouGeral", escreveu Marcelo Tas em sua conta no Twitter.

A mensagem foi alvo de críticas de seus seguidores na rede social. "Cara, o projeto não foi dela, e o PT votou completamente contra. Divulga uma informação com verdades, por favor", escreveu um internauta.

"Quem aprovou ñ foi o legislativo? Achei que o Dilmão era poder executivo. Achei tb q quem tinha aprovado era da oposição. Abs", ironizou outro.

O projeto, alvo de duras críticas das entidades trabalhistas e defendido por empresários, estava parado há 11 anos no Congresso, mas foi colocado em pauta pelo presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Na última quinta-feira 9, Dilma afirmou que a terceirização "não pode desorganizar o mundo do trabalho" nem ameaçar os direitos dos trabalhadores. Ela disse que o governo acompanha "com muito interesse" a tramitação do projeto no Congresso.

Em agosto de 2013, Dilma já havia criticado o projeto, que é de autoria do ex-deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), em entrevista à Rádio Brasil Atual. "Não concordamos com processos que reduzem direitos dos trabalhadores", declarou (relembre aqui).

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