Tereza Cruvinel: greve pode ser instrumento para adiar eleições

A jornalista Tereza Cruvinel alertou nesta quinta-feira, 24, que a greve dos caminhoneiros pode ser um instrumento de grupos empresariais interessados no adiamento das eleições de outubro; "Há informações seguras de que se trata de um lockout empresarial que pode ter objetivos políticos. Persistindo a greve e seus efeitos, virá a repressão e a convulsão. E estará feito o prato para quem pensa em adiamento das eleições", diz Tereza 

A jornalista Tereza Cruvinel alertou nesta quinta-feira, 24, que a greve dos caminhoneiros pode ser um instrumento de grupos empresariais interessados no adiamento das eleições de outubro; "Há informações seguras de que se trata de um lockout empresarial que pode ter objetivos políticos. Persistindo a greve e seus efeitos, virá a repressão e a convulsão. E estará feito o prato para quem pensa em adiamento das eleições", diz Tereza 
A jornalista Tereza Cruvinel alertou nesta quinta-feira, 24, que a greve dos caminhoneiros pode ser um instrumento de grupos empresariais interessados no adiamento das eleições de outubro; "Há informações seguras de que se trata de um lockout empresarial que pode ter objetivos políticos. Persistindo a greve e seus efeitos, virá a repressão e a convulsão. E estará feito o prato para quem pensa em adiamento das eleições", diz Tereza  (Foto: Aquiles Lins)

247 - A jornalista Tereza Cruvinel alertou nesta quinta-feira, 24, que a greve dos caminhoneiros pode ser um instrumento de grupos empresariais interessados no adiamento das eleições de outubro. 

"O deputado Miro Teixeira advertiu na tribuna: isso não é greve. Há informações seguras de que se trata de um lockout empresarial que pode ter objetivos políticos. Persistindo a greve e seus efeitos, virá a repressão e a convulsão. E estará feito o prato para quem pensa em adiamento das eleições. Por sinal, parlamentares da direita foram os que mais elogiaram a valentia dos caminhoneiros", diz Tereza em sua coluna no Jornal do Brasil

Em meio à crise do governo Temer, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou nessa quarta-feira, 23, a regulamentação da eleição indireta para presidente da República em caso de vacância ocorra nos dois últimos anos do mandato. O projeto, do senador Ronaldo Caiado (DEM), cabe como uma luva à articulação que pretende levar o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, também do DEM, à Presidência da República por eleição indireta (leia mais).

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