Tereza Cruvinel: ninguém pode dizer que Bolsonaro não avisou sobre sua ditadura

A jornalista Tereza Cruvinel alerta mais uma vez para o perigo de o Brasil mergulhar em um governo de trevas; ela diz: "depois deste final de semana, ninguém poderá alegar inocência no futuro, quando cair sobre nós a escuridão anunciada por Jair Bolsonaro e seu grupo, se confirmada sua eleição no domingo"; Cruvinel acrescenta: "eles mesmos nos avisaram de que haverá desprezo e talvez violência contra as instituições democráticas, de que o regime será tirânico, perseguindo adversários, mandando-os para o exílio ou para a prisão. O nome disso é ditadura"

Tereza Cruvinel: ninguém pode dizer que Bolsonaro não avisou sobre sua ditadura
Tereza Cruvinel: ninguém pode dizer que Bolsonaro não avisou sobre sua ditadura

247 - A jornalista Tereza Cruvinel alerta mais uma vez para o perigo de o Brasil mergulhar em um governo de trevas. Ela diz: "depois deste final de semana, ninguém poderá alegar inocência no futuro, quando cair sobre nós a escuridão anunciada por Jair Bolsonaro e seu grupo, se confirmada sua eleição no domingo". Cruvinel acrescenta: "eles mesmos nos avisaram de que haverá desprezo e talvez violência contra as instituições democráticas, de que o regime será tirânico, perseguindo adversários, mandando-os para o exílio ou para a prisão. O nome disso é ditadura".

O artigo, publicado no Jornal do Brasil, retoma a fala do deputado Eduardo Bolsonaro sobre o STF (Superior Tribunal Federal): "começando pela fala do deputado eleito Eduardo Bolsonaro, de que o STF poderia ser fechado por um soldado e um cabo, dispensado até o uso de um jipe. Isso haveria caso o STF impugnasse a candidatura de seu pai, embora a matéria seja afeta ao TSE. O ministro Celso de Mello, decano da corte, qualificou-a de 'inconsequente e golpista' e o presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, afirmou em nota que atacar o Judiciário é atacar a democracia". 

Cruvinel diz o óbvio: "palavras enérgicas mas insuficientes para o tamanho da afronta". 

A jornalista ainda destaca que "o que ela expressa [a fala de Eduardo Bolsonaro] é a ideologia do grupo que integra, que transpareceu também, neste final de semana revelador, em declarações do senador Magno Malta, fiel escudeiro do candidato: 'O Brasil tem bandidos também nos tribunais superiores. O Supremo Tribunal Federal deste país, cada um tem o seu bandido de estimação'."

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