#TexasCancelBolsonaro é um dos assuntos mais comentados nas redes

A mobiliação internacional para que Bolsonaro não seja homenageado nos EUA continua intensa; após o prefeito Bill de Blasio conseguir "expulsar" o capitão reformado de Nova York, agora a #TexasCancelBolsonaro, que encontra-se nos assuntos mais comentados das redes, reivindica que o evento em homenagem ao capitão reformado não ocorra no Estado do Texas

#TexasCancelBolsonaro é um dos assuntos mais comentados nas redes
#TexasCancelBolsonaro é um dos assuntos mais comentados nas redes

247 - A mobiliação internacional para que Bolsonaro não seja homenageado nos EUA continua intensa. Após o prefeito de Nova York, Bill de Blasio conseguir frustar o evento que ocorreria no hotel Marriott, agora, membros do Itamaraty articulam para que a solenidade ocorra no Estado do Texas. No entanto, até a manhã desta quarta-feira, a #TexasCancelBolsonaro era o segundo mais assunto comentado na rede social Twitter.

Entenda o caso: 

Aliados de Jair Bolsonaro estudam alternativas para que o presidente viaje aos EUA na próxima semana e receba o prêmio de Pessoa do Ano concedido pela Câmara de Comércio Brasil-EUA. 

Neste fim de semana, o Itamaraty entrou em contato com interlocutores do Planalto em Nova York e Washington para saber sobre a viabilidade de mudar o evento para Dallas, no Texas.

Na sexta-feira (3), após pressão de políticos e ativistas americanos, a Presidência anunciou por meio de nota que Bolsonaro não viajaria mais a Nova York para ser homenageado em um jantar de gala marcado para o dia 14 de maio, no hotel Marriott Maquis, na Times Square.

A decisão, porém, dividiu o governo. Enquanto há um grupo --formado principalmente por militares do primeiro escalão-- que defende que Bolsonaro não vá aos EUA, a ala ideológica, liderada pelo chanceler Ernesto Araújo, busca opções, como Dallas, para que o presidente não deixe de receber o prêmio. 

Há ainda quem defenda a ideia de que Bolsonaro deve manter a ida a Nova York e enfrente possíveis protestos contra ele que sejam feitos na cidade.

Neste domingo (5), o presidente disse a jornalistas: "vou aos EUA", ao ser questionado sobre polêmicas que envolveram o evento em sua homenagem, mas o Planalto não confirmou a viagem e não se posicionou oficialmente sobre o assunto até a manhã desta segunda (6).

O prefeito de Nova York, o democrata Bill de Blasio, foi um dos principais articuladores da pressão contra Bolsonaro. Após o anúncio da desistência do presidente em viajar aos EUA, Blasio chamou o brasileiro de "valentão" e disse que "seu ódio não é bem-vindo aqui".

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