The Economist: brasileiros considerarão eleição ilegítima se Lula não concorrer

Principal revista liberal do mundo, a inglesa The Economist, publicou reportagem nesta quinta sobre as eleições na qual afirma que há "o risco de os brasileiros considerarem a eleição ilegítima se Lula não puder concorrer"; completa a revista: "E o caos nos tribunais reforça as preocupações de que o Judiciário se tornou apenas um fórum de política partidária"

The Economist: brasileiros considerarão eleição ilegítima se Lula não concorrer
The Economist: brasileiros considerarão eleição ilegítima se Lula não concorrer

247 - A principal revista liberal do mundo, a inglesa The Economist, publicou reportagem nesta quinta sobre as eleições presidenciais brasileiras e Lula. Segundo a publicação, há "o risco de os brasileiros considerarem a eleição ilegítima se Lula não puder concorrer". Completa a revista: "E o caos nos tribunais reforça as preocupações de que o Judiciário se tornou apenas um fórum de política partidária".

A revista reconhece, no primeiro parágrafo da reportagem, a relevância de Lula para o país, o que é negado pela imprensa conservadora local: "Quando Luiz Inácio Lula da Silva terminou seu mandato de presidente do Brasil em 2011, seu índice de aprovação era de 83%. Seus programas sociais e um boom de commodities ajudaram a tirar 30 milhões de pessoas da pobreza. Ele espera concorrer à presidência mais uma vez em uma eleição em outubro e lidera as pesquisas por uma enorme margem". 

"Juízes emitem decisões contraditórias sobre a libertação do ex-presidente do Brasil" é o título da reportagem. “A guerra judicial colocou Lula de volta ao centro da campanha” diz o texto de uma das mais longevas e mais respeitadas no mundo.

“Num país onde apenas o Supremo Tribunal Federal, com 87.000 casos por ano, pode julgar processos criminais contra autoridades, permitindo que muitos acusados de corrupção andem livremente, a sentença de 12 anos de prisão contra Lula parece dura demais”, conclui a matéria.

Fundada em setembro de 1843, a revista, de orientação liberal, pertence ao The Economist Group e a um grupo de acionistas independentes, dentre os quais a família Rotschild. Executivos influentes e líderes políticos de expressão mundial estão entre seus 1,5 milhão de leitores semanais.

Leia a íntegra da reportagem aqui.

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