The Intercept: PEC 241 é uma tragédia política e jurídica

Texto assinado por Fabio de Sá e Silva e publicado nesta quinta-feira 13 pelo site The Intercept, do jornalista norte-americano Glenn Greenwald, aponta que, "por um lado, a PEC 241 'materializa' expectativas (no caso, de pagamento de dívida), engessando a ação do Estado por uma geração inteira. Por outro, por suas características estruturais e razões conjunturais, engessa a ação do Estado não para promover mais igualdade, mas sim para cristalizar e ampliar desigualdades"

Texto assinado por Fabio de Sá e Silva e publicado nesta quinta-feira 13 pelo site The Intercept, do jornalista norte-americano Glenn Greenwald, aponta que, "por um lado, a PEC 241 'materializa' expectativas (no caso, de pagamento de dívida), engessando a ação do Estado por uma geração inteira. Por outro, por suas características estruturais e razões conjunturais, engessa a ação do Estado não para promover mais igualdade, mas sim para cristalizar e ampliar desigualdades"
Texto assinado por Fabio de Sá e Silva e publicado nesta quinta-feira 13 pelo site The Intercept, do jornalista norte-americano Glenn Greenwald, aponta que, "por um lado, a PEC 241 'materializa' expectativas (no caso, de pagamento de dívida), engessando a ação do Estado por uma geração inteira. Por outro, por suas características estruturais e razões conjunturais, engessa a ação do Estado não para promover mais igualdade, mas sim para cristalizar e ampliar desigualdades" (Foto: Gisele Federicce)

247 - Análise da PEC 241, que congela os gastos públicos por 20 anos no Brasil, publicada nesta quinta-feira 13 pelo site The Intercept, do jornalista norte-americano Glenn Greenwald, descreve a proposta do governo de Michel Temer como "uma tragédia política e jurídica".

"Por um lado, a PEC 241 'materializa' expectativas (no caso, de pagamento de dívida), engessando a ação do Estado por uma geração inteira. Por outro, por suas características estruturais e razões conjunturais, engessa a ação do Estado não para promover mais igualdade, mas sim para cristalizar e ampliar desigualdades", escreve Fabio de Sá e Silva.

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