Tijolaço: “Chefe” curitibano de Dodge quer explicação sobre encontro com Temer

O procurador-mentor da Lava Jato, Carlos Fernando dos Santos Lima, foi aos jornais nesta segunda-feira 14 dizer que a, em tese, sua futura chefe tem de se explicar sobre o encontro com Michel Temer no Palácio do Jaburu; para Fernando Brito, do Tijolaço, isso mostra que "a Lava Jato tornou-se, de fato, um poder autônomo no Brasil"; "Está evidente que o passeio da doutora Raquel está provocando uma guerra intestina da Procuradoria Geral da República", diz ele

O procurador-mentor da Lava Jato, Carlos Fernando dos Santos Lima, foi aos jornais nesta segunda-feira 14 dizer que a, em tese, sua futura chefe tem de se explicar sobre o encontro com Michel Temer no Palácio do Jaburu; para Fernando Brito, do Tijolaço, isso mostra que "a Lava Jato tornou-se, de fato, um poder autônomo no Brasil"; "Está evidente que o passeio da doutora Raquel está provocando uma guerra intestina da Procuradoria Geral da República", diz ele
O procurador-mentor da Lava Jato, Carlos Fernando dos Santos Lima, foi aos jornais nesta segunda-feira 14 dizer que a, em tese, sua futura chefe tem de se explicar sobre o encontro com Michel Temer no Palácio do Jaburu; para Fernando Brito, do Tijolaço, isso mostra que "a Lava Jato tornou-se, de fato, um poder autônomo no Brasil"; "Está evidente que o passeio da doutora Raquel está provocando uma guerra intestina da Procuradoria Geral da República", diz ele (Foto: Gisele Federicce)

Por Fernando Brito, do Tijolaço

A Lava Jato tornou-se, de fato, um poder autônomo no Brasil.

Sérgio Moro discorda das decisões do Supremo em despacho nos autos judiciais.

Agora, o procurador-mentor da Lava Jato, Carlos Fernando dos Santos Lima, vai aos jornais dizer que a, em tese, sua futura chefe tem de se explicar sobre o encontro com Michel Temer no Palácio do Jaburu.

Está evidente que o passeio da Doutora Raquel está provocando uma guerra intestina da Procuradoria Geral da República.

Do contrário, não se explicaria a nota oficial, cinco dias depois, para repetir a historinha de que tudo foi para tratar do cerimonial da posse.

Mas daí ao mentor da Lava Jato ir ao jornal cobrar explicações e sugerir que a Corregedoria da PGR deve investigar sua futura chefe, a distância é grande.

Exatamente a da indisciplina interna.

A menos que, na escala de autoridade, a Procuradoria Geral da República esteja subordinada á Procuradoria Geral da República de Curitiba.

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