Tijolaço: crise dos caminhoneiros diminui na mídia e segue na estrada

"Nas rodovias, ainda não fez efeito o acordo firmado pelo governo com parte dos líderes do movimento de caminhoneiros que bloqueou o trânsito de cargas no país. Mas na mídia é possível perceber claramente que as manifestações perderam força…na mídia", escreve Fernando Brito, no Tijolaço

"Nas rodovias, ainda não fez efeito o acordo firmado pelo governo com parte dos líderes do movimento de caminhoneiros que bloqueou o trânsito de cargas no país. Mas na mídia é possível perceber claramente que as manifestações perderam força…na mídia", escreve Fernando Brito, no Tijolaço
"Nas rodovias, ainda não fez efeito o acordo firmado pelo governo com parte dos líderes do movimento de caminhoneiros que bloqueou o trânsito de cargas no país. Mas na mídia é possível perceber claramente que as manifestações perderam força…na mídia", escreve Fernando Brito, no Tijolaço (Foto: Leonardo Lucena)
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Por Fernando Brito, do Tijolaço - Nas rodovias, ainda não fez efeito o acordo firmado pelo governo com parte dos líderes do movimento de caminhoneiros que bloqueou o trânsito de cargas no país.

Mas na mídia é possível perceber claramente que as manifestações perderam força…na mídia.

Salvo incidentes, o mais provável é que o movimento vá, por isso, emagrecendo pela falta daquilo que o engordou: o terror do noticiário.

Os bloqueios de estrada, nas imagens, permanecem iguais aos de ontem, mas são descritos como algo que “ainda continua”.

Ainda é a palavra mais usada, aliás, em todo o noticiário.

É possível que, agora, o governo se sinta fortalecido para algum tipo de ação repressiva, algo que não aconteceu, sintomaticamente para um país onde balas de borracha, spray de pimenta e cassetetes são uma rotina.

O nome do que vai ser feito para, em tese, manter o preço do diesel, é destes que dão calafrios ao comentaristas econômicos: subsídio.

Descarado e improvisado.

Como se disse ontem, foi-se muito longe para que o recuo seja rápido.

E mesmo para assegurar que haja recuos, diante de eclosão de conflitos.

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