Tijolaço: Damares, a já era que ainda não foi

Não é preciso muita experiência política para ver que a Pastora Damares Alves não vai durar no cargo de Ministra da Mulher, Família e dos Direitos Humanos, prevê o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço; pode até tentar não falar bobagens agora, mas já falou tantas, nos últimos tempos, que tem um enorme saldo de explicações a dar; para Brito, já podemos chamá-la de "futura ex-ministra"

Tijolaço: Damares, a já era que ainda não foi
Tijolaço: Damares, a já era que ainda não foi

Fernando Brito (Tijolaço) - Não é preciso muita experiência política para ver que a Pastora Damares Alves não vai durar no cargo de Ministra da Mulher, Família e dos Direitos Humanos.

Pode até tentar não falar bobagens agora, mas já falou tantas, nos últimos tempos, que tem um enorme saldo de explicações a dar.

Além do mais, nem mesmo de “prêmio de consolação” serviu a Magno Malta, que apressou-se em esclarecer que não a indicou para o cargo.

Damares é a rara combinação de pessoa errada, no lugar errado, na hora errada. Tem uma coleção de bizarrices antecedentes que a vão perseguir mesmo que consiga negar – como agora ao dizer que não entregará os índios às igrejas evangélicas – de pouco adiantará.

Lá fora, a esta altura, já circula como os papagaios e araras no século 15 na Europa, um exemplar da fauna exótica do Brasil.

Hoje, em O Globo, Bernardo Mello Franco seleciona novos exemplares da plumagem ideológica de Damares..

Coisas como “só há um lugar seguro em que o seu filho está protegido nesta nação. É o templo, é a igreja, é ao lado do seu sacerdote” e que, “se a igreja não governar [o Brasil], Deus vai cobrar”.

A Pastora Damares, mesmo nestes tempos de irracionalidade que vivemos, é o que se poderia chamar de “futura ex-ministra”.

Uma espécie de “Viúva Porcina” dos Direitos Humanos.

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