Tijolaço: Laudo não diz do que Lula é acusado

O jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, afirma, em análise publicada nesta quinta (28) que "há muita marola no tal laudo da Polícia Federal sobre a participação de um engenheiro da Odebrecht no sítio frequentado por Lula, em Atibaia (SP)"; segundo ele, "como, até agora, Lula não foi acusado de ter facilitado a vida da empresa e recebido as obras do sítio como contrapartida, o máximo que se pode ver aí é um problema ético, não penal"; ele também fala da medida tomada pelo ex-presidente de recorrer ao Comitê de Direitos Humanos da ONU; "O ex-presidente deixa claro que não se opõe a ser investigado, mas exige que isso se faça com imparcialidade, e que as autoridades brasileiras obedeçam o curso legal das investigações e processos", frisa

O jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, afirma, em análise publicada nesta quinta (28) que "há muita marola no tal laudo da Polícia Federal sobre a participação de um engenheiro da Odebrecht no sítio frequentado por Lula, em Atibaia (SP)"; segundo ele, "como, até agora, Lula não foi acusado de ter facilitado a vida da empresa e recebido as obras do sítio como contrapartida, o máximo que se pode ver aí é um problema ético, não penal"; ele também fala da medida tomada pelo ex-presidente de recorrer ao Comitê de Direitos Humanos da ONU; "O ex-presidente deixa claro que não se opõe a ser investigado, mas exige que isso se faça com imparcialidade, e que as autoridades brasileiras obedeçam o curso legal das investigações e processos", frisa
O jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, afirma, em análise publicada nesta quinta (28) que "há muita marola no tal laudo da Polícia Federal sobre a participação de um engenheiro da Odebrecht no sítio frequentado por Lula, em Atibaia (SP)"; segundo ele, "como, até agora, Lula não foi acusado de ter facilitado a vida da empresa e recebido as obras do sítio como contrapartida, o máximo que se pode ver aí é um problema ético, não penal"; ele também fala da medida tomada pelo ex-presidente de recorrer ao Comitê de Direitos Humanos da ONU; "O ex-presidente deixa claro que não se opõe a ser investigado, mas exige que isso se faça com imparcialidade, e que as autoridades brasileiras obedeçam o curso legal das investigações e processos", frisa (Foto: Valter Lima)
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247 - "Há muita marola no tal laudo da Polícia Federal sobre a participação de um engenheiro da Odebrecht no sítio frequentado por Lula, em Atibaia (SP). Como, até agora, Lula não foi acusado de ter facilitado a vida da empresa e recebido as obras do sítio como contrapartida, o máximo que se pode ver aí é um problema ético, não penal. E, convenhamos, num ambiente de corrupção em que se pagava milhões de reais a figuras de terceiro escalão (Paulo Roberto Costa, Nestor Cerveró, Pedro Barusco etc…) soa completamente torto que o Presidente da República, com todo o seu poder, vá cometer um ato de corrupção para receber uma obra de reforma numa casa de sítio". A análise é do jornalista Fernando Brito, do Tijolaço.

Segundo ele, é por isso que se justifica a medida tomada pelo ex-presidente de recorrer ao Comitê de Direitos Humanos da ONU. "O ex-presidente deixa claro que não se opõe a ser investigado, mas exige que isso se faça com imparcialidade, e que as autoridades brasileiras obedeçam o curso legal das investigações e processos", frisa.

Leia análise na íntegra aqui.

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