Tijolaço: Moro faz escola e perguntas a Temer podem se virar contra Cunha

Jornalista Fernando Brito analisa que, antes, com Lula e Dilma, a "pressão" relacionada a Eduardo Cunha "era deixar o desgraçado preso até fazer alguma confissão que os tentasse atingir. Agora, é deixar o desgraçado preso se ele falar alguma coisa que atinja Sua Usurpência", em referência a Michel Temer; o comentário é sobre uma nota da coluna Painel que afirma que as perguntas feitas por Cunha a Temer podem ser interpretadas como tentativa de influenciar a Lava Jato e usadas como argumento para que ele não seja solto

Jornalista Fernando Brito analisa que, antes, com Lula e Dilma, a "pressão" relacionada a Eduardo Cunha "era deixar o desgraçado preso até fazer alguma confissão que os tentasse atingir. Agora, é deixar o desgraçado preso se ele falar alguma coisa que atinja Sua Usurpência", em referência a Michel Temer; o comentário é sobre uma nota da coluna Painel que afirma que as perguntas feitas por Cunha a Temer podem ser interpretadas como tentativa de influenciar a Lava Jato e usadas como argumento para que ele não seja solto
Jornalista Fernando Brito analisa que, antes, com Lula e Dilma, a "pressão" relacionada a Eduardo Cunha "era deixar o desgraçado preso até fazer alguma confissão que os tentasse atingir. Agora, é deixar o desgraçado preso se ele falar alguma coisa que atinja Sua Usurpência", em referência a Michel Temer; o comentário é sobre uma nota da coluna Painel que afirma que as perguntas feitas por Cunha a Temer podem ser interpretadas como tentativa de influenciar a Lava Jato e usadas como argumento para que ele não seja solto (Foto: Gisele Federicce)

Por Fernando Brito, do Tijolaço

Hoje, a coluna Painelda Folha, traz uma intrigante nota:

As perguntas encaminhadas por Eduardo Cunha a Michel Temer podem se voltar contra o ex-deputado. O Ministério Público acendeu o alerta sobre o teor dos questionamentos e entende que, se for caracterizado algum tipo de pressão, pode vir a usá-los como argumento de que Cunha ainda tenta influenciar a investigação da Lava Jato e não deve ser solto. A tese encontra eco em parte do STF que não tem intenção de libertar o peemedebista quando seu habeas corpus chegar ao tribunal.

O juiz Sérgio Moro fez escola.

Não é mais apenas ele que “não admite” que Cunha  fale qualquer coisa que possa parecer uma “prensa” sobre seu cúmplice (ao menos, político) que enverga a faixa presidencial.

Antes, com Lula e Dilma, o “algum tipo de pressão” era deixar o desgraçado preso até fazer alguma confissão que os tentasse atingir.

Agora, é deixar o desgraçado preso se ele falar alguma coisa que atinja Sua Usurpência.

Que poder teria Eduardo Cunha, sem mandato e sem poder, para pressionar o Presidente da República?

Mas parece que chegaram novos foliões ao bloco da Falação Castigada neste Carnaval, que desfila com o enredo “Não Bole com o Mordomo” e suas fantasias de capas pretas esvoaçantes.

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