Tijolaço: os canalhas da “pauta- bomba” aprovam a bomba de neutrons no Orçamento

"A maioria da Câmara, que há menos de um ano, votava em massa as 'pautas-bomba', criando despesas a granel, agora vota o corte mais drástico no Orçamento Público", lembra Fernando Brito, editor do Tijolaço; "Certamente condenável, nenhuma selvageria é maior do que aquela que pessoas esclarecidas e com responsabilidade institucional fazem. Em pouco tempo, infelizmente, iremos para o confronto de rua"

"A maioria da Câmara, que há menos de um ano, votava em massa as 'pautas-bomba', criando despesas a granel, agora vota o corte mais drástico no Orçamento Público", lembra Fernando Brito, editor do Tijolaço; "Certamente condenável, nenhuma selvageria é maior do que aquela que pessoas esclarecidas e com responsabilidade institucional fazem. Em pouco tempo, infelizmente, iremos para o confronto de rua"
"A maioria da Câmara, que há menos de um ano, votava em massa as 'pautas-bomba', criando despesas a granel, agora vota o corte mais drástico no Orçamento Público", lembra Fernando Brito, editor do Tijolaço; "Certamente condenável, nenhuma selvageria é maior do que aquela que pessoas esclarecidas e com responsabilidade institucional fazem. Em pouco tempo, infelizmente, iremos para o confronto de rua" (Foto: Leonardo Attuch)

Por Fernando Brito, editor do Tijolaço

A maioria da Câmara, que há menos de um ano, votava em massa as “pautas-bomba”, criando despesas a granel, agora vota o corte mais drástico no Orçamento Público.

Tiram, por imensa e avassaladora maioria, direitos garantidos ao povo brasileiro há quase 30 anos, desde a Constituição de 1988.

Estamos vivendo um retrocesso como jamais se viu desde a redemocratização, ou até mesmo antes dela.

Temos quase quase quatro centenas de canalhas eleitos que julgam – e impõem – cortes na Saúde e na Educação.

Das “pautas-bomba” passaram á bomba de neutrons.

Aquela que mata as pessoas mas preserva as propriedades.

O que é um investidor feliz perto de uma criança sem vacina?

O que é um garoto analfabeto e marginalizado perto de uma aplicação que rende o dobro da inflação.

Só o que consola é que essa política é insustentável.

O ministro Luiz Roberto Barroso, ao negar hoje a preservação dos direitos sociais do povo brasileiro dizendo que isso não era constitucional, disse que isso não deveria ser função da Justiça, mas da “mobilização social” não reclame, se ela se der a pau e pedra.

Certamente condenável, nenhuma selvageria é maior do que aquela que pessoas esclarecidas e com responsabilidade institucional fazem.

Em pouco tempo, infelizmente, iremos para o confronto de rua.

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