Tijolaço: PF prende “assessor do envelope” e o “coronel” de Michel Temer

"A Polícia Federal prendeu agora de manhã o ex-assessor de Michel Temer que admitiu ter recebido um 'envelope' de dinheiro do doleiro Lúcio Funaro, supostamente a pedido de Eliseu Padilha", reforça o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço; "Como dizia aquele comercial do vidente na televisão: 'nada é fruto do acaso'"

"A Polícia Federal prendeu agora de manhã o ex-assessor de Michel Temer que admitiu ter recebido um 'envelope' de dinheiro do doleiro Lúcio Funaro, supostamente a pedido de Eliseu Padilha", reforça o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço; "Como dizia aquele comercial do vidente na televisão: 'nada é fruto do acaso'"
"A Polícia Federal prendeu agora de manhã o ex-assessor de Michel Temer que admitiu ter recebido um 'envelope' de dinheiro do doleiro Lúcio Funaro, supostamente a pedido de Eliseu Padilha", reforça o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço; "Como dizia aquele comercial do vidente na televisão: 'nada é fruto do acaso'" (Foto: Leonardo Lucena)

Por Fernando Brito, do Tijolaço - A Polícia Federal prendeu agora de manhã o ex-assessor de Michel Temer que admitiu ter recebido um “envelope” de dinheiro do doleiro Lúcio Funaro, supostamente a pedido de Eliseu Padilha. José Yunes, advogado e amigo pessoal de Michel Temer foi o primeiro homem a ser apontado como “recebedor” de dinheiro de Temer e seu parceiro de negócios em transações imobiliárias.

O caso é anterior ao do “assessor da mala”, Rodrigo Rocha Loures, flagrado recolhendo R$ 500 mil da JBS e diz respeito á suposta propinagem no Porto de Santos, pois foram presos o dons da empresa Rodrimar, Antonio Celso Grecco, e  o  ex-ministro de Agricultura Wagner Rossi, pai do deputado Baleia Rossi, um dos líderes da bancada temerista na Câmara.

No “pacote” foi detido também o ex-coronel da Polícia Militar, Lima, apontado pela Procuradoria Geral da República (PGR), com base na delação da JBS, como um dos intermediários de propina que se destinaria ao presidente no caso do decreto de portos.

As ordens de prisão – e, naturalmente, os holofotes – são do Ministro Luís Roberto Barroso e foram surpreendentes, pois o caso tem muito mais de um ano desde que foi denunciado e levou ao pedido de demissão de Yunes do Palácio do Planalto.

Como dizia aquele comercial do vidente na televisão: “nada é fruto do acaso”…

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