Tijolaço questiona "pesquisa de proveta do Ibope"

Lauro Jardim anunciava que o Ibope faz, por encomenda da Confederação Nacional da Indústria, uma pesquisa de popularidade sobre Michel Temer. O curioso é que a nota dizia que a coleta de dados tinha começado na véspera e duraria até terça-feira. Mas já tinha resultado: 'a expetativa é que o “regular” cresça em relação ao governo afastado e, consequentemente, diminua o percentual daqueles que avaliam Temer como “ruim” ou péssimo”'

Lauro Jardim anunciava que o Ibope faz, por encomenda da Confederação Nacional da Indústria, uma pesquisa de popularidade sobre Michel Temer. O curioso é que a nota dizia que a coleta de dados tinha começado na véspera e duraria até terça-feira. Mas já tinha resultado: 'a expetativa é que o “regular” cresça em relação ao governo afastado e, consequentemente, diminua o percentual daqueles que avaliam Temer como “ruim” ou péssimo”'
Lauro Jardim anunciava que o Ibope faz, por encomenda da Confederação Nacional da Indústria, uma pesquisa de popularidade sobre Michel Temer. O curioso é que a nota dizia que a coleta de dados tinha começado na véspera e duraria até terça-feira. Mas já tinha resultado: 'a expetativa é que o “regular” cresça em relação ao governo afastado e, consequentemente, diminua o percentual daqueles que avaliam Temer como “ruim” ou péssimo”' (Foto: Roberta Namour)

Por Fernando Brito

Pesquisa de opinião nunca foi flor que se cheirasse no Brasil.

Mas a coisa ficou explícita, com as vergonhas sendo exibidas nos jornais.

Ontem, no início da manhã, Lauro Jardim anunciava que o Ibope faz, por encomenda da Confederação Nacional da Indústria, uma pesquisa de popularidade sobre Michel Temer.

O curioso é que a nota dizia que a coleta de dados tinha começado na véspera e duraria até terça-feira.

Mas já tinha resultado:

“A tendência é que o “ótimo” e o “bom” estejam em patamares muito semelhantes aos que o governo Dilma alcançava em seus estertores — ou seja, algo entre 10% e 12%. Mas a expetativa é que o “regular” cresça em relação ao governo afastado e, consequentemente, diminua o percentual daqueles que avaliam Temer como “ruim” ou péssimo”.

E toda a imprensa acha “normal”.

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