Toledo: colocar tarja preta sobre Aécio é como tapar mamilos numa suruba

"Expungir referência a um político em um processo no meio da avalanche de pedidos de investigação da nova lista do Janot é como tarjar mamilos numa suruba. Está todo mundo vendo tudo, com direito a closes proctológicos, mas há quem ache que se salvará apagando as menções a seu nome em um pedaço de papel. Faltou apagar a memória de todos que já haviam conhecido seu conteúdo", escreve o colunista José Roberto Toledo nesta quinta-feira, criticando o veto às menções ao nome de Aécio Neves nas delações de um ex-executivo da Odebrecht  

www.brasil247.com - "Expungir referência a um político em um processo no meio da avalanche de pedidos de investigação da nova lista do Janot é como tarjar mamilos numa suruba. Está todo mundo vendo tudo, com direito a closes proctológicos, mas há quem ache que se salvará apagando as menções a seu nome em um pedaço de papel. Faltou apagar a memória de todos que já haviam conhecido seu conteúdo", escreve o colunista José Roberto Toledo nesta quinta-feira, criticando o veto às menções ao nome de Aécio Neves nas delações de um ex-executivo da Odebrecht
 
"Expungir referência a um político em um processo no meio da avalanche de pedidos de investigação da nova lista do Janot é como tarjar mamilos numa suruba. Está todo mundo vendo tudo, com direito a closes proctológicos, mas há quem ache que se salvará apagando as menções a seu nome em um pedaço de papel. Faltou apagar a memória de todos que já haviam conhecido seu conteúdo", escreve o colunista José Roberto Toledo nesta quinta-feira, criticando o veto às menções ao nome de Aécio Neves nas delações de um ex-executivo da Odebrecht   (Foto: Giuliana Miranda)


247 - "Expungir referência a um político em um processo no meio da avalanche de pedidos de investigação da nova lista do Janot é como tarjar mamilos numa suruba. Está todo mundo vendo tudo, com direito a closes proctológicos, mas há quem ache que se salvará apagando as menções a seu nome em um pedaço de papel. Faltou apagar a memória de todos que já haviam conhecido seu conteúdo", escreve o colunista José Roberto Toledo nesta quinta-feira, criticando o veto às menções ao nome de Aécio Neves nas delações de um ex-executivo da Odebrecht.

"Cobrir palavras de preto não encobre a história que elas contam. Pior: reforça na opinião pública a ideia de que estão a lhe ocultar a verdade. A atitude não é só do expungido. A tentativa de anistiar o caixa 2 e chamar isso de reforma política revela como casos de todos os partidos encaram a Lava Jato. Como se fosse da conta só de quem frequenta a praça dos Três Poderes", completa. 

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