'Único feito da CPI foi desmoralização de Cunha'

Jornalista Josias de Souza destaca que a comissão que "deve votar até quinta-feira um relatório inútil, sem sugestões de indiciamento", "extraiu do seu maior fiasco seu único feito", quando serviu de palco, há seis meses, para um "depoimento espontâneo" do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que "pronunciou a frase que pode lhe custar o mandato parlamentar"

Jornalista Josias de Souza destaca que a comissão que "deve votar até quinta-feira um relatório inútil, sem sugestões de indiciamento", "extraiu do seu maior fiasco seu único feito", quando serviu de palco, há seis meses, para um "depoimento espontâneo" do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que "pronunciou a frase que pode lhe custar o mandato parlamentar"
Jornalista Josias de Souza destaca que a comissão que "deve votar até quinta-feira um relatório inútil, sem sugestões de indiciamento", "extraiu do seu maior fiasco seu único feito", quando serviu de palco, há seis meses, para um "depoimento espontâneo" do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que "pronunciou a frase que pode lhe custar o mandato parlamentar" (Foto: Gisele Federicce)
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247 – A CPI da Petrobras teve como único feito a desmoralização do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), investigado por corrupção na Suíça e denunciado pela Procuradoria Geral da República por envolvimento na Operação Lava Jato, afirma o jornalista Josias de Souza.

Isso porque "há seis meses, a CPI serviu de palco para um 'depoimento espontâneo' de Eduardo Cunha. Nele, o presidente da Câmara fez pose de vítima de um complô do governo e da Procuradoria da República. Foi elogiado por governistas e oposicionistas. Mas pronunciou a frase que pode lhe custar o mandato parlamentar."

O jornalista se refere ao fato de o deputado ter negado ter contas no exterior, o que provou-se ser uma mentira posteriormente, com denúncias do Ministério Público suíço e a divulgação, pela imprensa, até de documentos e da assinatura de Cunha vinculados à conta. Afora isso, "a CPI deve votar até quinta-feira um relatório inútil, sem sugestões de indiciamento", destaca Josias.

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