Verissimo: Passagem do PT priorizou carências sociais de forma inédita

Escritor Luiz Fernando Verissimo diz que "se o que o PT deixou na sua longa passagem pelo governo foi fruto de contabilidade criativa, corrupção e tudo o mais que lhe atribuem, às vezes com gráficos e power point, também foi fruto de uma clara priorização de carências sociais inédita na nossa história"; programas sociais, diz ele, "têm em comum o que os neoliberais mais odeiam"; e "a lógica de uma opção pela austeridade e pelo Estado mínimo" do governo Temer pode levar ao caminho contrário, prevê

Escritor Luiz Fernando Verissimo diz que "se o que o PT deixou na sua longa passagem pelo governo foi fruto de contabilidade criativa, corrupção e tudo o mais que lhe atribuem, às vezes com gráficos e power point, também foi fruto de uma clara priorização de carências sociais inédita na nossa história"; programas sociais, diz ele, "têm em comum o que os neoliberais mais odeiam"; e "a lógica de uma opção pela austeridade e pelo Estado mínimo" do governo Temer pode levar ao caminho contrário, prevê
Escritor Luiz Fernando Verissimo diz que "se o que o PT deixou na sua longa passagem pelo governo foi fruto de contabilidade criativa, corrupção e tudo o mais que lhe atribuem, às vezes com gráficos e power point, também foi fruto de uma clara priorização de carências sociais inédita na nossa história"; programas sociais, diz ele, "têm em comum o que os neoliberais mais odeiam"; e "a lógica de uma opção pela austeridade e pelo Estado mínimo" do governo Temer pode levar ao caminho contrário, prevê (Foto: Gisele Federicce)

247 - O escritor Luiz Fernando Verissimo afirmou em sua coluna desta quinta-feira 22, no jornal O Globo, que "se o que o PT deixou na sua longa passagem pelo governo foi fruto de contabilidade criativa, corrupção e tudo o mais que lhe atribuem, às vezes com gráficos e power point, também foi fruto de uma clara priorização de carências sociais inédita na nossa história".

Ele lembra que o programa Mais Médicos "tem sido um sucesso" e afirma que "o acesso à educação superior democratizou-se como nunca antes. O Bolsa Família tirou muita gente da miséria". "O que estas e outras medidas de inclusão social têm em comum é que representam o que os neoliberais mais odeiam, que é a intervenção de um Estado centralizador no que, segundo eles, deveria ser tarefa do mercado", escreve Verissimo.

Ele prevê, para o governo Temer, que defende "a lógica de uma opção pela austeridade e pelo Estado mínimo", um provável caminho contrário. "Você não vai para a cama com a Fiesp esperando manter sua virtude", diz. 

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