A menos de um mês das eleições, Maduro pede solidariedade dos trabalhadores do mundo

O presidente venezuelano conclama representantes da classe trabalhadora em todo o mundo a participarem como observadores das eleições de 6 de dezembro como gesto de solidariedade com a Venezuela

(Foto: Correo del Orinoco)
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247 - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro Moros, convidou nesta sexta-feira (13), a classe operária anti-imperialista a "vir à Venezuela como observadores, como observadores eleitorais, para serem testemunhas das eleições parlamentares de 6 de dezembro". Ele se pronunciou durante evento convocado pela Vice-Presidência da Classe Trabalhadora do Partido Socialista Unido da Venezuela (VCO-PSUV) e pela Central Bolivariana Socialista de Trabalhadores da Cidade, Campo y Pesca (CBST-CCP)

O chefe de Estado venezuelano pediu que, com base nos documentos acordados nesse encontro seja realizada uma boa agenda de ações permanentes, juntamente com as iniciativas políticas e estratégicas, a partir de eventos em escala mundial, informa a Telesul.

Maduro parabenizou os 172 sindicatos, 48 ​​partidos políticos, 87 movimentos sociais distribuídos em 61 países dos cinco continentes que discutiram diferentes táticas e estratégias para continuar enfrentando as políticas imperialistas que procuram dominar os povos do mundo.

O encontro aprovou sete acordos finais que permitirão às diferentes organizações participantes da iniciativa unificar uma agenda global para acompanhar as diferentes lutas e demandas sociais. “É uma plataforma de solidariedade, de união”, disse Maduro.

Da mesma forma, o presidente denunciou o imperialismo dos Estados Unidos (EUA), pelas agressões cometidas contra países progressistas através de sanções econômicas unilaterais com as quais se pretende sufocar os povos até gerar crises internas para desencadear a série de ações de controle político imperial.

Da mesma forma, o chefe de Estado venezuelano destacou o apoio a uma das propostas elaboradas pelo Encontro de realizar uma jornada de solidariedade aos povos em 21 de novembro, para continuar rejeitando a política internacional de agressão dos Estados Unidos.

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