A nobreza de quem salva versus o ódio de quem mata

O presidente cubano Miguel Díaz-Canel deu as boas-vindas aos profissionais da brigada médica Henry Reeve, que retornou da Venezuela, "depois de ter cumprido uma missão bem-sucedida"

Brigada médica cubana retorna de missão na Venezuela
Brigada médica cubana retorna de missão na Venezuela (Foto: Granma)
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247 - O presidente cubano Miguel Díaz-Canel deu as boas-vindas aos profissionais da brigada médica Henry Reeve, que regressou da Venezuela, "depois de ter cumprido uma missão bem-sucedida", pela qual foram reconhecidos, nas regiões onde trabalharam e pelo Governo, com a Ordem do Mérito do médico bolivariano Dr. Gilberto Rodríguez Ochoa, com o selo 16 de abril e o selo Ouro.

Díaz-Canel disse que esta brigada trabalhou em condições muito complexas e ajudou a recuperar os colaboradores cubanos que contraíram o vírus durante o trabalho. Era composto por 45 colaboradores, sendo: 32 especialistas, sete doutores em Terapia Intensiva, oito em Clínica Médica, seis em Anestesiologia, dois em Pneumologia, um em Nefrologia, quatro em Cardiologia e quatro em Higiene e Epidemiologia, além de 13 graduados em Enfermagem.

Até o momento, já existem 55 brigadas em 40 países, 38 delas atuantes em 26 nações, com um total de 2. 544 colaboradores, 1 061 atendendo casos positivos a covid-19, deles, na zona vermelha, 909, e em centros isolamento 99, para um total de 1.090.799 pacientes atendidos, informa o Granma, jornal oficial do Partido Comunista de Cuba.

Ciente dessa entrega humanitária, o acadêmico caribenho Ronald Sanders acusou o Governo dos Estados Unidos de politizar a nobre causa da ajuda que os médicos cubanos prestam aos países caribenhos. A Prensa Latina, citando o perito, revelou que o governo Trump enviou um questionário aos estados daquela região, cujas respostas seriam utilizadas para preparar "seu relatório anual sobre o tráfico de pessoas".

O também Embaixador de Antígua e Barbuda nos Estados Unidos, assegurou que o objetivo é classificar o pessoal médico cubano como vítima do tráfico, implicando neste crime as Grandes Antilhas e os governos do Caribe. É o "armamento de uma política" que exclui a cooperação contra o crime e a substitui pela coerção.

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