Alemanha e Ucrânia querem retomar cessar-fogo de Minsk

A chanceler alemã Angela Merkel e o presidente ucraniano Petro Poroshenko concordaram neste sábado em tentar melhorar a situação de segurança no leste da Ucrânia e em voltar a implementar o acordo de cessar-fogo de Minsk após um aumento da violência na região; um acordo de cessar-fogo assinado em fevereiro de 2015 em Minsk que visa acabar com o conflito entre forças do governo ucraniano e os separatistas pró-Rússia acabou não conseguindo, na prática, encerrar os combates de artilharia

German Chancellor Angela Merkel addresses the media during a joint press conference as part of a meeting with Prime Minister of Singapore Lee Hsien Loong at the chancellery in Berlin, Germany, Tuesday, Feb. 3, 2015. (AP Photo/Steffi Loos)
German Chancellor Angela Merkel addresses the media during a joint press conference as part of a meeting with Prime Minister of Singapore Lee Hsien Loong at the chancellery in Berlin, Germany, Tuesday, Feb. 3, 2015. (AP Photo/Steffi Loos) (Foto: Leonardo Lucena)

BERLIM (Reuters) - A chanceler alemã Angela Merkel e o presidente ucraniano Petro Poroshenko concordaram neste sábado em tentar melhorar a situação de segurança no leste da Ucrânia e em voltar a implementar o acordo de cessar-fogo de Minsk após um aumento da violência na região.

Um acordo de cessar-fogo assinado em fevereiro de 2015 em Minsk que visa acabar com o conflito entre forças do governo ucraniano e os separatistas pró-Rússia acabou não conseguindo, na prática, encerrar os combates de artilharia.

Cada lado acusa o outro de violar a trégua.

Merkel chegou a dizer que, depois da pausa da Páscoa, as violações do cessar-fogo seriam "infelizmente" evidentes.

"Hoje nosso tema principal será como melhorar a segurança nesta região. A situação de segurança ... é a principal condição para que possamos realizar progresso político", disse ela.

Poroshenko também apoiou a medida.

"Devemos agir firmemente para levar Minsk de volta a um caminho construtivo, e não vemos outra alternativa que não essa", disse ele.

(Reportagem de Madeline Chambers e Pavel Polityuk)

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