Após golpe frustrado, Turquia pede extradição de clérigo dos EUA

A Turquia solicitou formalmente aos EUA a extradição do clérigo Fethullah Gulen; segundo o primeiro-ministro turco Binali Yildirim, Ancara poderá "reconsiderar" suas relações amistosas com os EUA se Washington se recusar a extraditar o clérigo muçulmano, quem, segundo o presidente turco Recepp Tayyip Erdogan, teria orquestrado a tentativa de golpe militar na Turquia,; Gulen nega sua suposta ligação com a tentativa de golpe

A Turquia solicitou formalmente aos EUA a extradição do clérigo Fethullah Gulen; segundo o primeiro-ministro turco Binali Yildirim, Ancara poderá "reconsiderar" suas relações amistosas com os EUA se Washington se recusar a extraditar o clérigo muçulmano, quem, segundo o presidente turco Recepp Tayyip Erdogan, teria orquestrado a tentativa de golpe militar na Turquia,; Gulen nega sua suposta ligação com a tentativa de golpe
A Turquia solicitou formalmente aos EUA a extradição do clérigo Fethullah Gulen; segundo o primeiro-ministro turco Binali Yildirim, Ancara poderá "reconsiderar" suas relações amistosas com os EUA se Washington se recusar a extraditar o clérigo muçulmano, quem, segundo o presidente turco Recepp Tayyip Erdogan, teria orquestrado a tentativa de golpe militar na Turquia,; Gulen nega sua suposta ligação com a tentativa de golpe (Foto: Paulo Emílio)

Sputnik - A Turquia solicitou formalmente aos EUA a extradição do clérigo Fethullah Gulen, segundo disse nesta terça-feira (19) o primeiro-ministro turco Binali Yildirim, em discurso no Parlamento citado pela agência de notícias Anadolu. "Enviamos quatro arquivos para os EUA solicitando a extradição do 'líder terrorista', disse Yildirim.

Na segunda-feira (18), o primeiro-ministro observou que Ancara poderá "reconsiderar" suas relações amistosas com os EUA se Washington se recusar a extraditar o clérigo muçulmano, quem, segundo o presidente turco Recepp Tayyip Erdogan, teria orquestrado a tentativa de golpe militar na Turquia, ocorrida na última sexta (15), a partir de seu autoexílio em terras norte-americanas.

"OS EUA são nossos amigos e parceiros estratégicos. Temos relações estreitas com eles. No entanto, eu digo (aos EUA) que existe uma ameaça global, uma tentativa de derrubar um governo legítimo; aqui não há nenhuma religião ou valores religiosos", disse Yildirim.

Gulen, por sua vez, negou "categoricamente" sua suposta ligação com os acontecimentos recentes e denunciou a intervenção militar na política turca.

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