Após receber ordem para investigar eleições, diretor do Departamento de Crimes Eleitorais dos EUA pede demissão

Pedido de demissão do procurador Richard Pilger foi feita poucas horas após William Barr, procurador-geral nomeado por Donald Trump, autorizar investigações para apurar supostas irregularidades na contagem dos votos da eleição presidencial dos EUA

William Barr
William Barr (Foto: REUTERS/Elijah Nouvelage)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - O procurador Richard Pilger, responsável pela divisão de crimes eleitorais do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, renunciou poucas horas após William Barr, procurador-geral do governo Donald Trump, determinar a abertura de investigações para apurar supostas irregularidades na contagem dos votos da eleição presidencial norte-americana antes da certificação dos votos estaduais.

Segundo reportagem da CNN Brasil, Pilger enviou um e-mail a pessoas próximas onde afirmava que o procurador-geral estava permitindo “uma nova política” ao “revogar a Política de Não Interferência de quarenta anos para investigações de fraude eleitoral no período anterior às eleições tornando-se certificado e não contestado”. O e-mail foi anexado à sua carta de demissão.  

A autorização para que fossem abertas investigações foi dada  pelo procurador-geral dos EUA, William Barr, nesta segunda-feira (9) após o presidente Donald Trump – que perdeu a disputa pela reeleição para o democrata Jor Biden – alegar que o processos de contagem de votos foi fraudada. Trump, porém, não presentou provas que corroborassem suas alegações. 

O conhecimento liberta. Saiba mais

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247