Bolivianos enfrentam falta de combustível e dificuldades para chegarem às urnas

Segundo denúncias que chegam por redes sociais e de observadores internacionais, o caos se instalou na Bolívia neste domingo de eleição por ordem da atual ocupante da cadeira presidencial, Jeannine Áñez

(Foto: David Mercado/Reuters)
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Por Denise Assis - A capital da Bolívia, La Paz, e cidades importantes do país amanheceram, neste domingo (18), com insuficiência de oferta de combustível. A ordem, segundo denúncias que chegam por redes sociais e de observadores internacionais, partiu da atual ocupante da cadeira presidencial, Jeannine Áñez. Ela desistiu de concorrer ao cargo, mas ao que tudo indica está disposta a impedir a vitória da oposição a qualquer custo.

Há extensas filas nos postos de venda de combustíveis e um forte boato de que haverá “desabastecimento” nos dias posteriores ao pleito. Luis Arce, do Movimento pelo Socialismo (MAS) apontado nas pesquisas de intenções de votos com um percentual que oscila entre 40 e 45%, enfrenta nas urnas Luis Fernando Camanho, um dos líderes das manifestações contra Evo Morales e um dos organizadores do golpe que o tirou do poder. A expectativa é de que Arce vá ao segundo turno com o ex-presidente, Carlos Meza, também da direita. Há, no entanto, chances reais de que a eleição seja decidida já no primeiro turno, caso a diferença entre Arce e o seu opositor seja de 10% dos votos.

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