Do hospital, Bolsonaro volta a chamar Macron de mentiroso

"Trump foi a pessoa decisiva para conter o senhor Macron num canto, que estava fazendo uma campanha contra o Brasil em cima de um fake news, mentira. Aquelas queimadas infelizmente acontecem, mas não pela proporção divulgada pela imprensa europeia" — disse Bolsonaro em entrevista nesta segunda-feira à TV Record, antes de deixar o hospital

247 - "Trump foi a pessoa decisiva para conter o senhor Macron num canto, que estava fazendo uma campanha contra o Brasil em cima de um fake news, mentira. Aquelas queimadas infelizmente acontecem, mas não pela proporção divulgada pela imprensa europeia" — disse Bolsonaro em entrevista nesta segunda-feira à TV Record, antes de deixar o hospital.

As declarações foram dadas por Jair Bolsonaro ao anunciar que vai fazer na abertura da Assembleia Geral da ONU um discurso "conciliador" inusual, informa O Globo. Bolsonaro teme que se realizem protestos de chefes de Estado contra suas posturas arrogantes, mal-educadas e extremadas contra o meio ambiente e as populações indígenas. Durante a segunda-feira (16), o governo federal recebeu sinais de que chefes de Estado poderiam até mesmo se retirar do plenário da ONU quando Bolsonaro tomar a palavra. 

Bolsonaro afirmou que comparecerá à ONU no próximo dia 24 e insistiu nos elogios a Trump, que segundo ele, conteve o presidente francês, Emmanuel Macron. 

O ocupante do Palácio do Planalto voltou a defender a indicação do seu filho Eduardo para embaixador nos Estados Unidos, apesar de sua incometência para a atividade diplomática. "Se não for meu filho, será filho de alguém. Uma pessoa que tem liberdade com a família do presidente Doanld Trump, tanto que há uma semana ele foi aos Estados Unidos e foi recebido pleo presidente Donalt Trump. Ninguém nunca conhseguiu isso. E o problema que nós tínhamos está resolvido — afirmou, em referência às queimadas".

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