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Boris Johnson: ucranianos que chegam ilegalmente ao Reino Unido podem ser enviados para Ruanda

Antes Johnson havia dito que a perspectiva de refugiados ucranianos serem enviados para Ruanda sob o controverso esquema do governo revelado em abril "simplesmente não aconteceria"

Primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson
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O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, admitiu nesta quinta-feira (23) que deportações de ucranianos para Ruanda podem acontecer.

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Refugiados ucranianos podem ser enviados para Ruanda se viajarem para o Reino Unido sem autorização, disse Boris Johnson ao abordar os planos do governo para deportar aqueles que atravessam o Canal da Mancha em busca de refúgio.

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Anteriormente, Johnson havia dito que a perspectiva de refugiados ucranianos serem enviados para Ruanda sob o controverso esquema do governo revelado em abril "simplesmente não aconteceria".

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Entretanto, após ser questionado por parlamentares a respeito de ucranianos que chegam de barco ao Reino Unido, o primeiro-ministro afirmou: "Se você vem aqui ilegalmente, está prejudicando todos aqueles que vêm aqui legalmente".

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Em seguida, ele disse que, em teoria, "isso [deportação de ucranianos para Ruanda, na África] poderia acontecer", embora seja improvável.

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"As únicas circunstâncias em que as pessoas serão enviadas para Ruanda seriam se vierem ilegalmente ao Reino Unido e minando, assim, as rotas seguras e legais que temos. Acho que estamos dando 130 mil vistos para ucranianos e eles têm pelo menos duas rotas muito boas para vir a este país", comentou.

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Apesar dos números destacados por Boris Johnson, os críticos da resposta do governo ao conflito na Ucrânia apontaram que o Reino Unido recebe menos ucranianos do que a maior parte da Europa, conforme apuração do jornal The Guardian.

A publicação destaca ainda que membros da assembleia parlamentar do Conselho da Europa "fizeram fila para condenar o Reino Unido" por sua conduta sobre Ruanda nesta quinta-feira (23).

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