Chanceler da Venezuela denuncia que país é vítima de guerra não convencional

O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza disse em Baku, Azerbaijão, que o país está no alvo de uma guerra não convencional e reafirmou que seu governo é a favor do multilateralismo e da diplomacia da paz

Jorge Arreaza, chanceler da Venezuela
Jorge Arreaza, chanceler da Venezuela (Foto: Telesur)
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Telesur - O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, disse nesta quarta-feira (23) que seu país é vítima de um experimento de guerra não convencional, denunciando a política intervencionista do governo dos Estados Unidos (EUA).   

"A Venezuela está passando por um experimento de guerra não convencional que é acompanhado por roubo e pilhagem de bens da República", denunciou Arreaza em Baku, Azerbaijão, na abertura da reunião ministerial preparatória da XVIII Cúpula do Movimento Não-Alinhado ( Mnoal), a ser realizada neste fim de semana. 

"A partir desta plataforma, exigimos o levantamento de todas as medidas coercitivas unilaterais em nosso país", exigiu o chanceler da nação sul-americana.  Ele ressaltou que a Venezuela "é vítima do ataque do intervencionismo por fatores externos em sua ânsia de promover uma mudança de governo e estabelecer um regime servil aos seus interesses". 

"Estão aplicando contra a Venezuela um plano de destruição econômica e financeira, através da promulgação ilegal e implementação de medidas coercitivas unilaterais, uma punição coletiva ao nosso povo para tentar dobrar sua vontade", afirmou.  

O chanceler venezuelano disse que a humanidade temo direito de viver em paz, sem sustos, porque "é o verdadeiro direito de nossos povos decidir seu futuro sem medo de agressões externas que ameacem sua soberania nacional". 

 "Estamos testemunhando a crise do multilateralismo diante das agressões dos países ocidentais. Um fenômeno sistêmico que se manifesta com intervenções militares, desestabilização política e econômica dos Estados", afirmou Arreaza.

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