Chanceler venezuelano diz que países não alinhados condenam intervencionismo

Em discurso na Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas, o chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, que ocupa rotativamente o posto de presidente do Movimento dos Países Não Alinhados, pediu a defesa do multilateralismo e afirmou que o bloco optou pelo estabelecimento de um mundo pacífico

Jorge Arreaza
Jorge Arreaza (Foto: Reuters)

Telesur - Em  discurso no painel sobre medidas coercitivas unilaterais, no âmbito da 42ª. Assembléia da Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas, o chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, que ocupa rotativamente o posto de presidente do Movimento dos Países Não Alinhados, pediu a defesa do multilateralismo e afirmou que o bloco optou pelo estabelecimento de um mundo pacífico. 

O diplomata, ratificou a posição da organização internacional sobre a rejeição às sanções unilaterais que afetam a qualidade de vida dos povos do mundo e têm um impacto negativo nos direitos humanos dos países afetados por essas medidas.  

"O Movimento dos Países Não Alinhados promove o respeito à soberania e condena o intervencionismo e o uso da força contra qualquer país", disse Arreaza.  

Ele pediu o levantamento de medidas unilaterais contra a Venezuela e exigiu "a cessação do bloqueio comercial e financeiro" que afeta os direitos humanos do povo venezuelano.

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