China acusa países da AUKUS de incitar corrida armamentista no Pacífico Sul

Austrália, EUA e Reino Unido, que condenaram a China e as Ilhas Salomão por um acordo de cooperação em segurança, são os que militarizam o Pacífico Sul, diz Pequim

www.brasil247.com - Mar do Sul da China
Mar do Sul da China (Foto: Sputnik/AFP)


Sputnik - Austrália, Estados Unidos e Reino Unido (AUKUS), que condenaram a China e as Ilhas Salomão por um acordo de cooperação em segurança, são os que militarizam o Pacífico Sul e provocam uma nova corrida armamentista na região, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, nesta quarta-feira (11).

"A Austrália, juntamente com os EUA e o Reino Unido, está formando um bloco militar e provocando uma corrida armamentista no Pacífico Sul sem nenhuma consulta com os países insulares da região", disse Zhao em coletiva de imprensa.

O porta-voz instou a Austrália a reconsiderar suas ações em relação ao assunto.

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Em setembro passado, a Austrália, os EUA e o Reino Unido anunciaram a nova parceria de defesa trilateral, que forçou Camberra a desistir de um contrato de US$ 66 bilhões (cerca de R$ 337,7 bilhões) com a França para desenvolver 12 submarinos de ataque convencionais de última geração, enquanto a aliança promete aumentar a frota da Austrália com submarinos movidos a energia nuclear.

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Em 19 de abril, a China e as Ilhas Salomão assinaram um acordo-quadro sobre cooperação em segurança. Autoridades australianas acusaram as Ilhas Salomão de falta de transparência por medo da crescente influência da China. O primeiro-ministro australiano Scott Morrison disse que a construção de uma base militar chinesa nas Ilhas Salomão será uma "linha vermelha" para Camberra e Washington.

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O primeiro-ministro das Ilhas Salomão, Manasseh Sogavare, por sua vez, acusou a Austrália de hipocrisia, salientando que Camberra também não discutiu o acordo AUKUS com os países vizinhos. Além disso, autoridades chinesas de alto escalão disseram que o acordo-quadro Honiara-Pequim não envolve a construção de bases navais militares nas ilhas e não é dirigido contra nenhum país terceiro.

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