China critica ‘entusiasmo inédito’ americano em intervir em assuntos de outros países

As autoridades dos EUA muitas vezes ignoram os problemas em seu país, mas manifestam um entusiasmo inédito quanto aos assuntos internos de outros países, afirmou Hua Chunying, representante oficial da chancelaria chinesa; foi assim que a diplomata comentou a resolução do Senado americano, na qual se afirma que apenas as figuras públicas próximas de Dalai Lama XIV podem definir quem é que se tornará o próximo líder espiritual do budismo tibetano

As autoridades dos EUA muitas vezes ignoram os problemas em seu país, mas manifestam um entusiasmo inédito quanto aos assuntos internos de outros países, afirmou Hua Chunying, representante oficial da chancelaria chinesa; foi assim que a diplomata comentou a resolução do Senado americano, na qual se afirma que apenas as figuras públicas próximas de Dalai Lama XIV podem definir quem é que se tornará o próximo líder espiritual do budismo tibetano
As autoridades dos EUA muitas vezes ignoram os problemas em seu país, mas manifestam um entusiasmo inédito quanto aos assuntos internos de outros países, afirmou Hua Chunying, representante oficial da chancelaria chinesa; foi assim que a diplomata comentou a resolução do Senado americano, na qual se afirma que apenas as figuras públicas próximas de Dalai Lama XIV podem definir quem é que se tornará o próximo líder espiritual do budismo tibetano (Foto: Leonardo Lucena)

Agência Sputnik - As autoridades estadunidenses muitas vezes ignoram os problemas em seu país, mas manifestam um entusiasmo inédito quanto aos assuntos internos de outros países, afirmou Hua Chunying, representante oficial da chancelaria chinesa.

Foi assim que a diplomata chinesa comentou a resolução do Senado dos EUA, na qual se afirma que apenas as figuras públicas próximas de Dalai Lama XIV podem definir quem é que se tornará o próximo líder espiritual do budismo tibetano.

Citada pela agência Xinhua, Hua Chunying relembrou que a reencarnação do Buda vivo no budismo tibetano é um sistema de sucessão único, composto por uma série de cerimônias religiosas e regras tradicionais. Deste modo, a transição deve se efetuar em concordância com os rituais, tradições e leis da China, enquanto os estrangeiros não devem intervir neste processo.

"Os congressistas e funcionários norte-americanos devem se focar em servir o seu próprio povo, mas, infelizmente, eles sempre ignoram de modo seletivo os problemas enfrentados no cenário doméstico, e ao mesmo tempo manifestam um entusiasmo inédito em relação aos assuntos internos dos outros países", resumiu.

No budismo tibetano, Dalai Lama é considerado como reencarnação do bodisatva Avalokiteshvara. Desde o século XVII e até 1959, os Dalai Lamas têm sido líderes teocráticos do Tibete, chefiando o país a partir da capital, Lassa.

O Dalai Lama se considera como o líder espiritual do povo tibetano. Após sua morte, os monges organizam as buscas da sua próxima reencarnação.

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