China espera que mais veículos da imprensa estrangeira cubram região de Xinjiang de maneira objetiva e justa

Cada vez mais pessoas da sociedade internacional com discernimento compreendem a situação em Xinjiang e as políticas do governo chinês e têm as defendido, disse na segunda-feira Wang Wenbin, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China

Wang Wenbin, porta-voz da chancelaria chinesa
Wang Wenbin, porta-voz da chancelaria chinesa (Foto: Diário do Povo on line)
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247 - O porta-voz da chancelaria chinesa Wang Wenbin disse nesta segunda-feira (22), que se espera que mais veículos da mídia estrangeira possam cobrir a região de Xinjiang de maneira objetiva e justa.

Wang fez o comentário em resposta a um artigo divulgado em 18 de fevereiro no site de notícias independente Grayzone, que indicou que as acusações de "genocídio" do governo dos Estados Unidos contra a China resultaram de um relatório feito pelo pesquisador alemão de extrema direita Adrian Zenz e são boatos, informa a Xinhua.

Wang disse que o artigo, com grande número de dados e fatos, mostrou que a pesquisa de Zenz está cheia de abuso de dados, distorção de informação, fabricação de casos, seleção discriminatória de materiais de origem e contradições lógicas.

O artigo expôs a verdadeira face de Zenz e provou que as acusações de "genocídio" são mentiras absolutas, de acordo com o porta-voz chinês.

Há algum tempo, Zenz e certas forças internacionais anti-China inventam boatos e mentiras relacionadas com Xinjiang por seus próprios objetivos políticos ulteriores, tentando usar notícias falsas para atrair atenção e vilipendiar a China.

"Independentemente de como forem reformulados seus truques enganosos, são fracos diante os fatos", disse Wang.

Ele expressou a esperança de que a comunidade internacional possa ver claramente a verdadeira face destas forças anti-China e não seja enganada pelos boatos e mentiras.

"Esperamos que certos países e indivíduos encarem diretamente a estabilidade e o desenvolvimento de Xinjiang e prestem atenção ao apelo de 25 milhões de pessoas de todos os grupos étnicos em Xinjiang; e ao mesmo tempo, devem ler mais reportagens objetivas sobre Xinjiang pela comunidade internacional e não devem ignorar a realidade nem ser viciados por suas próprias mentiras."

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