China pede que políticos dos EUA não tolerem violência em Hong Kong

A China voltou a pedir na terça-feira (6) que relevantes políticos dos Estados Unidos parem imediatamente de tolerar crimes violentos e interferir nos assuntos de Hong Kong e disse que não terá sucesso nenhuma tentativa de interferir nos assuntos de Hong Kong e assuntos internos da China

(Foto: Xinhua)

Xinhua - A China voltou a pedir na terça-feira (6) que relevantes políticos dos Estados Unidos parem imediatamente de tolerar crimes violentos e interferir nos assuntos de Hong Kong e disse que não terá sucesso nenhuma tentativa de interferir nos assuntos de Hong Kong e assuntos internos da China.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Hua Chunying, fez o pedido ao comentar a mais recente posição da presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, sobre Hong Kong.

Hua disse que as recentes manifestações em Hong Kong se transformaram em comportamentos radicais, violentos e ilegais, com um pequeno número de radicais cometendo delitos, incluindo incêncios e estocagem de muitas armas ofensivas.

"Nancy Pelosi e outros políticos dos Estados Unidos vêm confundindo o certo com o errado repetidamente, apoiando criminosos radicais violentos e até embelezando e encobrindo seus comportamentos. Eles mancharam e difamaram arbitrariamente a medida justa do governo e polícia da Região Administrativa Especial (RAE) para defender o Estado de direito e a ordem", destacou Hua. "Isso não é nada diferente de encobrir, conspirar com e apoiar comportamentos criminosos ilegais, o que revela novamente sua intenção maliciosa de anti-China e bagunçar Hong Kong."

O lado chinês exigiu que os políticos norte-americanos relevantes parem imediatamente de tolerar crimes violentos e interferir grosseiramente nos assuntos de Hong Kong, observou ela.

"Qualquer tentativa de prejudicar 'um país, dois sistemas' e a prosperidade e estabilidade de Hong Kong será certamente oposta de forma resoluta por todos os chineses, incluindo os compatriotas de Hong Kong", disse Hua. "Qualquer tentativa de interferir nos assuntos de Hong Kong e nos assuntos internos da China está condenada ao fracasso."

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