China vai expor potência naval em desfile comemorativo

A Marinha do Exército Popular de Libertação da China está planejando demonstrar seus navios mais avançados durante o desfile militar que acontece entre 22 e 25 de abril, declarou o vice-almirante chinês, Qiu Yanpeng, no sábado (20)

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Sputnik - A Marinha do Exército Popular de Libertação da China está planejando demonstrar seus navios mais avançados durante o desfile militar que acontece entre 22 e 25 de abril, declarou o vice-almirante chinês, Qiu Yanpeng, no sábado (20).

Ao longo dos últimos anos, Pequim anunciou o lançamento de navios militares, assim como a modernização dos que já estão em serviço, em meio às tensões constantes com os Estados Unidos no mar do Sul da China.

"No desfile naval, as embarcações e as aeronaves da Marinha do Exército Popular de Libertação a serem mostradas ao público correspondem ao porta-aviões Liaoning, a novos tipos de submarinos nucleares, a novos tipos de destróieres, assim como a aviões de combate. Alguns navios vão ser mostrados pela primeira vez", ressaltou o vice-almirante chinês.

O comandante sublinhou que a China convidou uma série de países para o desfile militar, destinado a mostrar que "a Marinha chinesa sempre foi uma força de paz que não representa ameaça para nenhum país".

"A Marinha chinesa não trouxe guerra, turbulência ou preocupação a qualquer parte do mundo. Sempre compreendeu a paz, prezou a paz e defendeu a paz", acrescentou.

Além do novo porta-aviões Liaoning, que foi construído se baseando em um navio russo inacabado da classe Kuznetsov, a Marinha chinesa ainda pode trazer aos olhares do mundo o novíssimo destróier do tipo 055 de 10.000 toneladas, que é capaz de portar 120 mísseis de diferentes tipos.

O desfile militar acontecerá em um ambiente de tensão constante entre a China e os EUA no tão disputado mar do Sul da China. A disputa sobre a presença militar dos EUA na região, reivindicada por vários países, mas amplamente controlada por militares chineses, tem sido uma fonte de tensão entre Washington e Pequim, juntamente com a disputa comercial em curso.

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