China vai impulsionar revolução energética e fortalecer cooperação mundial, diz vice-premiê

À proporção que se consolida como potência emergente, a China aposta na revolução energética e na cooperação com outros países

Han Zheng, vice-premiê da China
Han Zheng, vice-premiê da China (Foto: Xinhua)

Xinhua - A China continuará impulsionando a revolução do setor energético e promoverá conjuntamente o desenvolvimento energético sustentável mundial com outros países, disse na terça-feira o vice-primeiro-ministro Han Zheng.

Han fez os comentários na cerimônia de inauguração do Fórum de Desenvolvimento Energético de Baixo Carbono de Taiyuan 2019, na capital da Província de Shanxi, norte da China.

Antes de pronunciar seu discurso inaugural, Han leu uma carta de felicitação do presidente chinês, Xi Jinping, para o fórum e disse que a carta demonstra a grande importância que a China outorga ao desenvolvimento energético de baixo carbono.

Com o tema de "Revolução de Energia, Cooperação Internacional", o fórum atraiu mais de 800 participantes de mais de 20 países e diversas organizações internacionais.

A China impulsionou a revolução em geração e consumo de energia e acelerou a transição para energias limpas e de baixo carbono, disse Han, acrescentando que se realizaram destacados avanços no setor energético do país dirigidos pela nova estratégia de segurança energética de Xi.

Como o maior produtor e consumidor de energia do mundo, a China continuará impulsionando a revolução energética em âmbitos como consumo, fornecimento, inovação tecnológica e mecanismos de fixação de preço da energia, disse Han.

Quanto à cooperação energética internacional, Han disse que a China está disposta a trabalhar com outros países para melhorar juntos os sistemas de políticas energéticas e reforçar a cooperação em âmbitos energéticos sob a Iniciativa do Cinturão e a Rota, para promover juntos o desenvolvimento energético sustentável mundial, proteger a segurança energética e construir um mundo limpo e formoso.

O ex-primeiro-ministro tcheco Bohuslav Sobotka e o secretário-geral anexo da ONU para assuntos econômicos e sociais, Liu Zhenmin, também discursaram na cerimônia de inauguração e elogiaram o importante papel da China para reduzir as emissões, lidar com mudança climática mundial e promover o desenvolvimento das energias renováveis.

 

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