Com violência, referendo da Catalunha termina com quase mil feridos

O referendo pela independência da Catalunha foi encerrado na tarde deste domingo com forte repressão policial; quase mil pessoas ficaram feridas; votação foi convocada por separatistas e considerada ilegal pelo governo espanhol; número de vítimas atendidas por serviços médicos em decorrência da ação policial para reprimir a votação chegou a 761, de acordo com o governo regional da Catalunha

O referendo pela independência da Catalunha foi encerrado na tarde deste domingo com forte repressão policial; quase mil pessoas ficaram feridas; votação foi convocada por separatistas e considerada ilegal pelo governo espanhol; número de vítimas atendidas por serviços médicos em decorrência da ação policial para reprimir a votação chegou a 761, de acordo com o governo regional da Catalunha
O referendo pela independência da Catalunha foi encerrado na tarde deste domingo com forte repressão policial; quase mil pessoas ficaram feridas; votação foi convocada por separatistas e considerada ilegal pelo governo espanhol; número de vítimas atendidas por serviços médicos em decorrência da ação policial para reprimir a votação chegou a 761, de acordo com o governo regional da Catalunha (Foto: José Barbacena)

Reuters - O referendo pela independência da Catalunha foi encerrado na tarde deste domingo (1º) com forte repressão policial. Quase mil pessoas ficaram feridas. A votação foi convocada por separatistas e considerada ilegal pelo governo espanhol.

O número de vítimas atendidas por serviços médicos em decorrência da ação policial para reprimir a votação chegou a 761, de acordo com o governo regional da Catalunha.

O referendo, declarado ilegal pelo governo central da Espanha, lançou o país em sua pior crise constitucional em décadas e aprofundou um racha centenário entre Madri e Barcelona.

Apesar da ação policial, filas com centenas de pessoas foram formadas em cidades e vilas em toda a região para votar. Em um local de votação em Barcelona, ​​pessoas idosas e crianças tiveram preferência na entrada.

“Estou tão satisfeito porque, apesar de todos os obstáculos que colocaram, consegui votar”, disse Teresa, uma aposentada de 72 anos em Barcelona, ​​que ficou em fila por seis horas.

A votação não terá status legal, já que foi bloqueada pelo Tribunal Constitucional da Espanha e por Madri por estar em desacordo com a Constituição de 1978.

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