Cooperação China-América Latina é escolha de ambas as partes, diz chanceler chinês

A cooperação China-América Latina é uma escolha voluntária de ambas as partes, pois corresponde a seus interesses e necessidades fundamentais, afirmou na quinta-feira o conselheiro de Estado e ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi.

Chanceleres da China e Celac
Chanceleres da China e Celac (Foto: Xinhua)
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Xinhua - A China e os países latino-americanos, como países em desenvolvimento, têm uma ampla gama de interesses compartilhados na manutenção da justiça e equidade internacionais, assim como na salvaguarda do multilateralismo, disse o chanceler chinês Wang Yi em uma reunião de ministros das Relações Exteriores da China e da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos no marco da 74ª sessão da Assembleia Geral da ONU.

Wang pediu que o grupo fortaleça a coordenação e a cooperação, promova o diálogo e os intercâmbios e se esforce para se tornar uma força motriz para a paz e o desenvolvimento do mundo.

A China sempre está disposta a trabalhar com os países da América Latina e Caribe para superar as dificuldades e conquistar o desenvolvimento comum, disse.

Com base na igualdade e em benefícios mútuos, a China deseja trabalhar com a América Latina, cuidar conjuntamente dos interesses essenciais e principais de ambos os lados, respeitar a escolha de sistema político e caminho de desenvolvimento do outro lado e se abster de intervir nos assuntos internos da outra parte, disse Wang.

A China está disposta a trabalhar com os países latino-americanos para promover o crescimento sustentável e conquistar a prosperidade comum aproveitando plenamente as respectivas vantagens de ambas as partes, disse Wang.

A China nunca teve considerações geopolíticas na América Latina e permanecerá desta forma, destacou o chefe da diplomacia chinesa.

Wang disse que a China está contente em ver que os países latino-americanos estão abertos para desenvolver relações com qualquer outro país.

A China está disposta a realizar uma cooperação tripartida e multipartida com base no respeito à vontade dos países da região e a ampliar a zona de interesses para conseguir resultados de benefício mútuo, acrescentou. 

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