Coreias negociam encontro de famílias separadas por guerra

"A questão das famílias separadas pela guerra é um dos temas mais urgentes agora. Vou fazer todo o possível para aliviar a sua dor por meio do diálogo", disse Lee Duck-hang, líder da equipe de mediação da Coreia do Sul

"A questão das famílias separadas pela guerra é um dos temas mais urgentes agora. Vou fazer todo o possível para aliviar a sua dor por meio do diálogo", disse Lee Duck-hang, líder da equipe de mediação da Coreia do Sul
"A questão das famílias separadas pela guerra é um dos temas mais urgentes agora. Vou fazer todo o possível para aliviar a sua dor por meio do diálogo", disse Lee Duck-hang, líder da equipe de mediação da Coreia do Sul (Foto: Leonardo Attuch)
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Renata Giraldi*
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Os governos das Coreias do Sul e do Norte retomaram hoje (23) o diálogo em busca de um acordo para promover reuniões entre as famílias separadas durante a guerra que dividiu os dois países (1950-1953). As conversas em busca de um acordo foram interrompidas em 2010, quando houve um agravamento das tensões entre os dois governos. As Coreias ainda mantêm relação tensa.

Organizada a pedido da Coreia do Sul, a reunião começou na fronteiriça Aldeia da Trégua de Panmunjom, com o objetivo de desbloquear o assunto e promover um novo encontro entre famílias em 19 de setembro, quando ocorre a festa da colheita (Chuseok, em coreano), uma das celebrações mais importantes da península.

"A questão das famílias separadas pela guerra é um dos temas mais urgentes agora. Vou fazer todo o possível para aliviar a sua dor por meio do diálogo", disse Lee Duck-hang, líder da equipe de mediação da Coreia do Sul.

Especialistas dizem que a reunião é fundamental para aproximadamente 73 mil sul-coreanos que pediram o encontro, pois 80% deles têm mais de 70 anos.

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