Cuba condena mentiras e medidas dos EUA que endurecem bloqueio

O governo dos Estados Unidos escolheu o dia 17 de abril, quando Cuba derrotou em 1961 a agressão militar norte-americana na Baía dos Porcos para anunciar a adoção de novas medidas de agressão contra Cuba e reforçar a aplicação da Doutrina Monroe. Isto motivou uma reação imediata do governo cubano, que emitiu nota oficial, destacando as mentiras de declarações de autoridades do governo Trump e medidas que intensificam o bloqueio

Cuba condena mentiras e medidas dos EUA que endurecem bloqueio
Cuba condena mentiras e medidas dos EUA que endurecem bloqueio

247 - O governo dos Estados Unidos escolheu o dia 17 de abril, quando Cuba derrotou em 1961 a agressão militar norte-americana na Baía dos Porcos para anunciar a adoção de novas medidas de agressão contra Cuba e reforçar a aplicação da Doutrina Monroe. Isto motivou uma reação imediata do governo cubano, que emitiu nota oficial, destacando as mentiras de declarações de autoridades do governo Trump e medidas que intensificam o bloqueio.

O governo de Cuba "rejeita nos termos mais fortes a decisão de permitir, doravante, que sejam tomadas medidas em tribunais norte-americanos com ações judiciais contra entidades cubanas e estrangeiras fora da jurisdição dos Estados Unidos, e endurecer os impedimentos à entrada nos Estados Unidos de gerentes e parentes das empresas que investem legitimamente em Cuba, em propriedades que foram nacionalizadas".

O governo cubano adverte que "são ações sob a lei Helms-Burton, que foram rejeitadas há muito tempo pela comunidade internacional, que a nação cubana condenou desde a sua promulgação e implementação em 1996, e cujo principal objetivo é impor o domínio colonial o nosso país".

Cuba também repudia a decisão de voltar a limitar as remessas que os cubanos que vivem nos EUA enviam aos seus parentes e amigos, de restringir ainda mais as viagens de cidadãos norte-americanos a Cuba, de implementar sanções financeiras adicionais.

O documento diz que o governo dos EUA "mente descaradamente quando alega que Cuba mantém milhares de militares e pessoal de segurança na Venezuela, influenciando e determinando o que está acontecendo naquele país".

A nota critica severamente o governo de Donald Trump: "O atual governo dos Estados Unidos é reconhecido, em seu próprio país e internacionalmente, pela tendência inescrupulosa de usar a mentira como recurso de política interna e externa. É um hábito que está de acordo com antigas práticas do imperialismo".

O documento termina reiterando a defesa da soberania de Cuba, da independência e compromisso com a causa dos povos da América Latina e do Caribe.

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