Cuba: há uma operação internacional bem coordenada contra a Venezuela

Autoridades cubanas disseram considerar que os EUA começaram um ataque internacional contra a Venezuela, apoiados pelo secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA); "Cuba afirma que foi lançada uma operação internacional, coordenada por Washington com o apoio do secretário-geral da OEA, Luis Almagro, que tem por objetivo fazer calar o povo venezuelano sem reconhecer sua vontade, fazer com que ele desista através de ataques e sanções econômicas", diz um comunicado da chancelaria cubana

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, discursa em evento de campanha em Caracas 27/07/2017 REUTERS/Carlos Garcias Rawlins
Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, discursa em evento de campanha em Caracas 27/07/2017 REUTERS/Carlos Garcias Rawlins (Foto: Giuliana Miranda)
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Da Sputnik Brasil

As autoridades de Cuba afirmaram na segunda-feira (31) que os EUA começaram um ataque internacional contra a Venezuela, apoiados pelo secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA).

Após as eleições para a Assembleia Constituinte, realizadas na Venezuela, os EUA introduziram sanções contra o presidente Nicolás Maduro, acusando o líder de "minar a democracia". Todos os ativos de Maduro sob a jurisdição dos EUA foram congelados, enquanto os cidadãos norte-americanos são proibidos de fazer negócios com Maduro. O presidente dos EUA, por sua vez, qualificou o dirigente  venezuelano como "ditador" que tomou o poder absoluto no país.

"Cuba afirma que foi lançada uma operação internacional, coordenada por Washington com o apoio do secretário-geral da OEA, Luis Almagro, que tem por objetivo fazer calar o povo venezuelano sem reconhecer sua vontade, fazer com que ele desista através de ataques e sanções econômicas", diz um comunicado da chancelaria cubana.

De acordo com as autoridades de Cuba, no país conhecem muito bem essa "práticas de intervenções".

O Ministério das Relações Exteriores do país sublinhou que apenas os venezuelanos têm o direito de decidir como superar seus problemas e definir seu futuro. "Basta de intervenções, ajuntamentos ilegais e traições ao espírito bolivariano", declarou a chancelaria.

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