Democratas dos EUA miram Rússia e Trump em relatório sobre eleições

Parlamentares democratas pediram para o governo Donald Trump tratar a interferência estrangeira nas eleições como uma crise nacional, definindo uma agência única para coordenar a resposta e estabelecendo uma nova classe de sanções para punir rapidamente os responsáveis; relatório parlamentar detalha o que descreveram como quase duas décadas de esforços russos para influenciar eleições em outros locais na Europa, além de criticar Trump por fazer pouco em resposta ao assunto

Parlamentares democratas pediram para o governo Donald Trump tratar a interferência estrangeira nas eleições como uma crise nacional, definindo uma agência única para coordenar a resposta e estabelecendo uma nova classe de sanções para punir rapidamente os responsáveis; relatório parlamentar detalha o que descreveram como quase duas décadas de esforços russos para influenciar eleições em outros locais na Europa, além de criticar Trump por fazer pouco em resposta ao assunto
Parlamentares democratas pediram para o governo Donald Trump tratar a interferência estrangeira nas eleições como uma crise nacional, definindo uma agência única para coordenar a resposta e estabelecendo uma nova classe de sanções para punir rapidamente os responsáveis; relatório parlamentar detalha o que descreveram como quase duas décadas de esforços russos para influenciar eleições em outros locais na Europa, além de criticar Trump por fazer pouco em resposta ao assunto (Foto: Paulo Emílio)

Reuters - Parlamentares democratas pediram nesta quarta-feira para o governo do presidente Donald Trump tratar a interferência estrangeira nas eleições como uma crise nacional, definindo uma agência única para coordenar a resposta e estabelecendo uma nova classe de sanções para punir rapidamente os responsáveis.

Democratas do Comitê de Relações Exteriores do Senado divulgaram um relatório nesta manhã detalhando o que descreveram como quase duas décadas de esforços russos para influenciar eleições em outros locais na Europa, e criticando Trump por fazer pouco em resposta ao assunto.

O senador Ben Cardin, democrata mais importante do comitê, solicitou o relatório após a vitória surpresa de Trump na eleição de novembro de 2016. O relatório foi divulgado um ano após agências da inteligência dos EUA concluírem que a Rússia interferiu na campanha para beneficiar Trump, candidato republicano, e prejudicar Hillary Clinton, candidata democrata.

Moscou negou quaisquer esforços de tal tipo. Trump rejeita tais afirmações como ressentimento por sua vitória.

O documento consiste em oito capítulos e diversos apêndices detalhando ferramentas que investigadores do Senado disseram que a Rússia usou para influenciar eleições na Europa e fazendo mais de 30 recomendações sobre como prevenir novas interferências em eleições na Europa, nos Estados Unidos e em outros países.

Os investigadores acusaram Moscou de tentar prejudicar democracias ao espalhar desinformações maliciosas, ameaçar a segurança energética dos países e usar "criminosos cibernéticos" para roubar informações.

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